Jiu-Jítsu

Gabriel Fedor evolui no Jiu-Jítsu e treina para o mundial sem quimono

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Colaborador do Torcedores

Crédito: Reprodução: Facebook Gabriel "Fedor" Lucas

Bacharel em direito no final de 2015, Gabriel Fedor comemora sua evolução no Jiu Jitsu. Campeão de uma das competições mais conceituadas do esporte, o “All star” Bjj tour, o atleta sentiu-se bem no torneio que não é organizado pela IBJJF (International Brazilian Jiu Jitsu Federation).

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“Nunca tinha lutado por essa federação e gostei bastante, é um evento bem organizado e o mais importante, é muito profissional. Paga o peso e também o atleta, senti que fui valorizado”, comentou Fedor. Aos 26 anos, Gabriel pode agora se dedicar apenas ao esporte da arte suave, antes conciliava com a faculdade de direito, finalizada no final de 2015. Mesmo entre uma aula e outra, o atleta conseguiu ser campeão mundial derrotando Ricardo Evangelista.

“O BJJ Tour já é bem tradicional aqui nos Estados Unidos, tem alguns anos. Lutei na última edição e como ainda terá mais dois campeonatos esse ano pretendo voltar”, contou  o lutador.

Em 2017 o ano tem sido de muitas subidas ao pódio para Gabriel Fedor, até o momento, o capixaba estava presente entre os três primeiros, no Roma Open, Miami Open, Berkut e demais competições.

“Fico feliz em subir nos pódios das competições em que atuo, mas sei que posso melhorar meu jogo e meu ritmo. Não fico satisfeito por completo, mas acredito que até 2018 estarei voando sobre os tatames”, afirma o lutador. Capixaba, Gabriel está treinando em Miami, Long Beach, com o mestre Léo Vieira na Checkmat. Se ainda não está dando voos altos na sua própria avaliação, Fedor tem viajado bastante para disputar os torneios e tem visto que a qualidade em diversos países está melhorando.

“Hoje em dia tem muita gente vivendo do Jiu Jitsu e atuando apenas isso no seu dia, o que faz o esporte se tornar mais profissional e também mais qualificado pelos atletas que treinam pelo mundo”, comenta o lutador. Atualmente, além de lutadores, muitos brasileiros estão pelo planeta treinando novos alunos, como em Abu Dhabi que se tornou uma grande meca do esporte. “O jiu jitsu ainda não chegou no patamar que desejamos, mas estamos todo o dia trabalhando nos tatames para melhorar”, comenta.

Gabriel deve voltar aos tatames no Mundial sem quimono, que ainda não tem data para acontecer.