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No “ultimato” a Guto, Inter revê ex-reforço “espetacular”, que não vai vibrar se fizer gol

Os colorados logo se animaram quando o então vice-presidente de futebol Fernando Carvalho anunciou, no final de 2009, o acerto com um reforço “espetacular”. Contratado junto ao Monarcas Morelia, do México, o volante Wilson Matias não entusiasmou a torcida e teve que conviver com o forçado rótulo desde o seu primeiro dia no Beira-Rio. E agora, vestindo a camisa do Oeste, está prestes a reencontrar o ex-clube.

Eduardo Caspary
Jornalista formado pela PUCRS em agosto de 2014. Dupla Gre-Nal.

Crédito: Foto: Site Inter

Nesta terça-feira, Matias estará no Beira-Rio para encarar o Inter em jogo decisivo para o colorado. Em caso de novo tropeço, a queda de Guto Ferreira será realidade e um novo treinador terá que ser buscado para a sequência da temporada. O volante, que deixou o Inter ainda em 2011, diz que não vai comemorar caso venha a fazer um gol em entrevista à Rádio Gre-Nal, nesta segunda-feira.

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“Ver o Inter nesta situação é muito ruim. Torcemos para o Inter se levantar e voltar ao lugar que merece”, disse. “Se eu fizer um gol, não vou comemorar em respeito ao clube”, prometeu.

Matias se disse consciente da diferença de “tamanho” entre os dois clubes, mas toda essa disparidade não é vista na tabela de classificação da Série B do Campeonato Brasileiro. Apenas um ponto divide Inter e Oeste. Com 24, o colorado é o 6° colocado, enquanto a equipe do interior paulista tem 23, no 10° posto.

“Nós não podemos comparar a grandeza do Inter com a do Oeste, mas dentro de campo é 11 contra 11”, pregou o jogador. “A torcida tem que saber que o time colorado é gigante. Os jogadores certamente farão o seu trabalho”, colocou.

Com Jorge Fossati e depois com Celso Roth, Matias foi reserva de Sandro e Guiñazu na campanha do título da Libertadores de 2010. Na sequência, o volante ganhou a vaga de Sandro, vendido ao Tottenham, e virou titular da equipe durante o Brasileirão daquele ano. Suas atuações eram, no máximo, regulares, e o jogador sucumbiu com os demais companheiros no vexame ocasionado diante do Mazembe, do Congo, que bateu o Inter por 2×0 na semi do Mundial. Ele saiu do Inter à Portuguesa no semestre seguinte.

*Este artigo tem parceria com a Fan Page “Como é Bom Ser Colorado” – curta abaixo!

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