Vôlei

Superliga feminina de vôlei aprova final em dois jogos

Publicado às

Colaborador do Torcedores

Crédito: Alexandre Loureiro/Inovafoto/CBV

Em reunião realizada nessa segunda-feira (31 de julho), a CBV (Confederação Brasileira de Voleibol) e representantes de nove das doze equipes aprovaram algumas mudanças no formato da Superliga feminina – algo que já havia acontecido na competição masculina.

LEIA MAIS
CBV ANUNCIA NOVIDADES PARA A SUPERLIGA MASCULINA DE VÔLEI
VÔLEI FEMININO DO SÃO CRISTÓVÃO SAÚDE/SÃO CAETANO FATURA TÍTULO DOS JOGOS REGIONAIS

A principal mudança fica por conta do número de jogos de cada série nos playoffs. Até a temporada 2016/2017, o esquema era o seguinte:

Quartas-de-final: melhor de cinco
Semifinal: melhor de cinco
Final: jogo único

A partir de 2017/2018, será da seguinte maneira:

Quartas-de-final: melhor de três
Semifinal: melhor de cinco
Final: dois jogos

O modelo segue o que foi aprovado na semana passada para a Superliga masculina. Em caso de empate nos jogos eliminatórias, também foi decidido que haverá o chamado Golden Set – apenas para decidir quem avança, com 15 pontos (tal qual no tie break). Outra mudança é a adoção do desafio, com formato ainda não definido, a partir da fase semifinal.

A Superliga feminina, prevista para começar no dia 13 de outubro, terá a mesma fórmula de disputa: 12 equipes se enfrentando entre si em dois turnos, com as oito primeiros classificadas para a fase eliminatória e as duas últimas rebaixadas para a Série B.

Na temporada 2016/2017, foram rebaixadas as equipes do SESI e do Renata Valinhos/Country. Uma dos times que ascenderam à Superliga feminina já é conhecido: o Hinode/Barueri, que venceu a final da Série B contra o BRH-Sulflex/Clube Curitibano. A última vaga para a temporada será conhecida após a conclusão da Taça Ouro, que será disputada entre os dias 02 e 05 de agosto.