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Vitor Hugo admite saudades do Palmeiras e explica “saia justa” na Itália

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Estudante do 9º semestre de jornalismo e amante dos esportes, principalmente o bom e velho futebol. Setorista de Atlético-MG e Futebol Feminino.

Palmeiras Vitor Hugo

Crédito: Foto: Cesar Greco/Ag.Palmeiras/Divulgação

O zagueiro Vitor Hugo, um dos pilares do Palmeiras nas conquistas da Copa do Brasil e do Brasileirão em 2015 e 2016, respectivamente, deixou o clube nesta temporada, mas guarda boas recordações e carinho pelo clube. Contratado pela Fiorentina, da Itália, o defensor, de 26 anos, que ainda não estreou no exterior, também não esconde sua vontade de atuar pelo clube brasileiro.

Em participação em um programa no canal do Youtube do Esporte Interativo, Vitor Hugo garantiu que segue acompanhando o Palmeiras e brincou com o aprendizado de um novo idioma.

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“Já [está dando para sentir saudade do Palmeiras], pô. Faz tempinho que eu não jogo pelo Palmeiras. Estou com saudades. Eu vejo os jogos e dá uma vontade de estar lá dentro, mas não tem jeito não”.

Vitor Hugo também confirmou a conquista do Mundial de Clubes pelo Palmeiras e ‘escapou’ da pergunta sobre o polêmico título de 2000 do Corinthians.

“[O Palmeiras] tem o Mundial de 51 né, que todo mundo diz e vamos estar junto com a torcida”, falou. “Com essas perguntas [sobre o primeiro Mundial do Timão] você me complica. Essas perguntas aí não dão não”, se esquivou o ex- camisa 4 do Verdão.

No Palmeiras, Vitor Hugo se destacou, além das atuações defensivas, por sua força no jogo aéreo ofensivo. Ao todo, o zagueiro, que disputou 131 jogos com a camisa alviverde e marcou 13 gols, sendo o décimo jogador da posição que mais balançou as redes com a camisa do clube.

Os mais marcantes, nas palavras do zagueiro, que prefere salvar uma bola de cima do que fazer um gol, foram contra um rival paulista e contra um clube do Sul.

“Contra o São Paulo, que a gente virou o jogo no Brasileirão do ano passado. E também contra o Inter, em 2015, que ajudou a nos classificarmos para a semifinal da Copa do Brasil”.

Comemoração típica de Vitor Hugo, as cambalhotas tiveram um motivo para não aparecerem mais após os gols marcados.

“Parei porque eles queriam me multar. Não dá para mexer no bolso não. Aí machuca”, lembrou o zagueiro.

Saia justa em solo italiano

Sempre de forma descontraída, o zagueiro, que ainda está aprendendo algumas palavras e, até mesmo, xingamentos em italiano, explicou o uso da expressão “Tamo runto”, utilizada por ele logo no desembarque na Itália.

“[O certo é] Tamo junto, né. Tamo runto não existe (risos), eu inventei lá só para sair dos jornalistas”, brincou. “Eu cheguei no aeroporto depois de 15 horas de viagem. Chegamos lá e tinha aquilo tudo de repórter falando enrolado, em italiano. Não dava para entender nada. Eu tentei desenrolar um pouquinho no italiano, mas não deu. Aí eu estava pensando ‘pô, tenho que sair daqui, né’. Era para falar tamo junto, mas lembrei que estava lá e tentei falar em espanhol ou italiano, mas não deu em nada”, explicou.

Relembre a chegada de Vitor Hugo à Itália.

Assista a entrevista COMPLETA de Vitor Hugo para o Esporte Interativo: