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Entenda como o Grêmio está se posicionando sobre a situação de Bolaños

Contratado a peso de ouro e com o status de grande estrela ainda no início de 2016, Miller Bolãnos ainda tem dificuldades em deslanchar com a camisa do Grêmio. Em um primeiro momento, uma grave lesão na face ocasionada em um Gre-Nal o tirou de cena por cerca de dois meses. Na sequência do ano passado, alternou bons e maus momentos, sem ser um titular absoluto, mas fechou em alta ao marcar o último gol gremista no título da Copa do Brasil.

Eduardo Caspary
Jornalista formado pela PUCRS em agosto de 2014. Dupla Gre-Nal.

Crédito: Lucas Uebel/Grêmio/Divulgação

Com a lesão no joelho de Douglas logo na abertura de 2017, o equatoriano foi levado à condição de titular pelo técnico Renato Gaúcho e se tornou um dos principais nomes do Grêmio nas fases iniciais do Gauchão e na Libertadores. No entanto, uma nova lesão muscular, dessa vez pela competição continental, casada com a ascensão de Lucas Barrios e Pedro Rocha o tiraram outra vez de cena.

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No momento, Bolaños está no Equador para resolver problemas particulares e verificar a melhor forma de tratamento para a pubalgia que sente. Ele retornará ao Grêmio nesta quarta-feira e reiniciará o trabalho de recuperação para voltar ao grupo. A diretoria segue otimista quanto à recuperação deste jogador.

“Querermos e vamos recuperá-lo, é um jogador de grande valor, destaque na seleção do Equador. A recuperação do Miller passa por uma série de questões em que estamos conduzindo junto com os profissionais do Grêmio. Ele precisava resolver um assunto no Equador. Faz parte de um processo que queremos estabelecer para que ele possa jogar em alto nível”, disse o vice de futebol Odorico Roman no domingo, dia em que o Grêmio, sem Bolaños, empatou em 1×1 com o Santos na Arena.

Roman também lembrou a lesão sofrida no primeiro Gre-Nal de 2016, na disputa de bola com o lateral colorado William. Para o dirigente, aquela situação desencadeou uma série de problemas na adaptação do equatoriano.

“Temos que entender o contexto do Bolaños. Ele veio para o Brasil e, nos primeiros jogos, sofreu uma violência absurda em um jogo de futebol, num país estranho, sem poder se alimentar. É um cartão de visitas muito ruim para um jogador. Agora, começou a sentir dores que prejudicam o trabalho dele. Daremos apoio a tudo que for necessário. É um grande valor. Não pouparemos esforços para voltar a jogar o que sabe”, acrescentou.

Com o auxílio do investir Celso Rigo, o Grêmio pagou 20 milhões de reais por 70% do passe do atacante. Sua última partida foi na derrota para o Avaí por 2 a 0, na Arena, em 9 de julho.

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