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Asprilla defende Messi, mas chama colegas da seleção argentina “de burros”

Um dos maiores ícones do futebol colombiano, o ex-jogador Faustino Asprilla não poupou críticas para a seleção da Argentina, que após empate em 1 a 1 com a Venezuela, em casa, vive um drama nas Eliminatórias para se classificar para a Copa do Mundo. A duas rodadas do fim, a seleção comandada por Jorge Sampaoli está em quinto lugar com 24 pontos – se a competição acabasse hoje, os hermanos teriam que jogar a repescagem.

Redação Torcedores
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Crédito: Divulgação

Hoje comentarista da ESPN de seu país, Asprilla mandou um recado bem ácido para os comandados por Sampaoli, com exceção de Lionel Messi. “Como colocam Messi para jogar com vários burros? Pobrezinho, colocam ele para jogar com a escória, jogadores que são vendidos pela imprensa como bons. Que ponham jogadores de verdade”, detonou.

“Não entendi a equipe, não sei como joga. Dirigir a Argentina não é a mesma coisa que dirigir o Sevilla, ainda mais quando se tem o Messi”, completou o ex-jogador do Palmeiras, dirigindo nitidamente suas críticas a Sampaoli, que recentemente substituiu Edgardo Bauza no comando.

A apresentação contra a Venezuela, lanterna das Eliminatórias, especificamente decepcionou bastante Asprilla, que até recordou de seu tempo na seleção para falar que o duelo deveria ser tranquilo para o time, que também tem Di María, Pastore, Dybala, Icardi, entre outros.

“Eu joguei duas partidas contra a Venezuela. Vencemos por 7 a 0 em Caracas e por 11 a 0 em Rosario. Foram 18 gols em duas partidas e agora tenho que ver os que não conseguem ganhar da Venezuela”, criticou o comentarista de 47 anos.

HISTÓRICO

Divulgação/Palmeiras

Grande nome da Colômbia no final dos anos 1990 e início dos anos 2000, Asprilla defendeu sua seleção em 57 partidas com direito a 20 gols. Em 1993, o atacante foi o protagonista da goleada por 5 a 0 diante dos argentinos em pleno Monumental de Nuñez pelas Eliminatórias para o Mundial dos EUA.

Pelo Palmeiras, Asprilla desembarcou no Palestra Itália em 1999, depois do título do clube na Libertadores. Em praticamente um ano no clube, o colombiano fez parte do time campeão do Torneio Rio-São Paulo e da Copa dos Campeões, além do vice-campeonato na Libertadores, todos em 2000.