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Errata: Eleição de Leila Pereira ao Conselho do Palmeiras não foi unânime

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Esportista de hobby, mas jornalista de profissão. Trabalhou como repórter do O Estado de S. Paulo, Revista TÊNIS. Tênis Virtual e CurtaTÊNIS em coberturas nacionais e internacionais de grandes eventos.

Vasco - Leila Pereira - Palmeiras

Crédito: Foto: Cesar Greco/ Ag. Palmeiras/Divulgação

O Torcedores.com cometeu um equívoco em matéria divulgada nesta segunda-feira com o título “Leila Pereira cutuca Nobre em caso de volta à presidência do Palmeiras”, ao mencionar que a eleição de Leila Pereira ao Conselho Deliberativo do Palmeiras foi unânime. Na verdade, a dona da Crefisa foi eleita, em fevereiro, pela maioria dos sócios – ela recebeu 248 votos, um recorde na história do Verdão.

(Redação: A matéria original já teve o erro devidamente corrigido. Agradecemos pelo auxílio dos internautas).

O ex-presidente do clube, Paulo Nobre, tentou impugnar a candidatura de Leila por entender que ela não era sócia do clube em um tempo mínimo para poder concorrer ao cargo. Em entrevista ao jornalista Cosme Rímoli, do portal R7, a empresária revelou ter ficado bastante chateada com a situação.

“Eu não sei o motivo (do rompimento com Nobre). Não sei porque ele fez isso, talvez Freud possa explicar, algum psicanalista”, ironizou Leila. “Por que bater numa pessoa que só quer o bem do Palmeiras? Fiquei, sim, muito magoada. Por mais que você não espere gratidão, porque o ser humano é complicado, você fica chateada”, completou a empresária.

As rusgas entre Nobre e Leila começaram desde o primeiro ano da parceria entre Palmeiras e Crefisa. O ápice do problema foi quando o clube desejava fazer uma camisa retrô em homenagem à Parmalat, empresa que patrocinou o Verdão nos anos 1990 e proporcionou, entre muitos título, o da Libertadores.

Hoje Nobre está afastado do clube, até pelo fato de o atual presidente Maurício Galiotte ter apoiado Leila no episódio da candidatura ao Conselho. Mas muitos palmeirenses desejam o retorno do ex-mandatário, até pela má fase que o Palmeiras atravessa em campo. Leila não trabalha com essa hipótese – insiste em apoiar Galiotte até o fim -, porém deu um recado ao desafeto. “Ele pode ter certeza absoluta que não vou impugná-lo (…) A briga será limpa”, brincou.

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