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No US Open, veja como ficou a briga pelo nº 1 entre as mulheres

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Esportista de hobby, mas jornalista de profissão. Trabalhou como repórter do O Estado de S. Paulo, Revista TÊNIS. Tênis Virtual e CurtaTÊNIS em coberturas nacionais e internacionais de grandes eventos.

Crédito: Arte: Torcedores.com

No início do US Open, o tênis feminino viu a possibilidade de até oito jogadoras se tornarem líder do ranking. Faltando cinco dias para o término da chave, somente duas podem chegar ao topo da WTA. Ou melhor somente a espanhola Garbiñe Muguruza, atual 3ª do mundo e eliminada nas oitavas de final, pode tomar a ponta da tcheca Karolina Pliskova.

A atual número 1 do mundo atropelou, na última segunda-feira, a norte-americana Jennifer Brady por 6/1 e 6/0 em rápidos 46 minutos e precisa agora, no mínimo, de duas vitórias para se manter na ponta do ranking. A necessidade se dá pelo fato de Pliskova defender 1.300 pontos do vice-campeonato em Nova York no ano passado.

Então a conta é simples: se Pliskova não passar de CoCo Vandeweghe, outra tenista dos EUA, na quarta-feira, Muguruza alcançará a liderança do ranking pela primeira vez na carreira. Um terceiro nome brigava até ontem também pelo posto – a ucraniana Elina Svitolina, 4ª do mundo, mas acabou caindo para a americana Madison Keys por 7/6(1), 1/6 e 6/4.

COMBINAÇÃO PELA PONTA DA WTA

PLISKOVA – precisa, no mínimo, de nova final do US Open para se manter como nº1
MUGURUZA – torna-se número 1 se Pliskova não chegar à decisão em Nova York

ABRE ASPAS

“Acho que todo mundo sonha em ser número 1 em algum momento. Não vim para o US Open para isso, não era a minha meta, mas sabia que iriam falar sobre este assunto (…) Vou ficar de olho nos resultados e nada além disso”, brincou Muguruza sobre a chance de ser número 1 após a derrota para Petra Kvitova.

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