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Chama olímpica é acesa na Grécia

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Jornalista, formado em 2008. Após a formação, estudou na Austrália entre 2009 e 2010, acompanhando toda a cena esportiva local. Hoje, atua como correspondente nas Américas para portal norueguês de Handebol, presta assessoria de imprensa para atletas olímpicos e escreve colunas para o Torcer pelo Esporte.

Crédito: (Foto: Reprodução/Instagram)

Um ano e meio após o acendimento da chama que teria o Brasil como destino, foi a vez dos Jogos de Inverno de 2018. A chama que chegará ao Estádio Olímpico de Pyeongchang no dia 09 de fevereiro foi acesa nesta terça-feira (24), no Templo de Hera, em Olympia, na Grécia. O ritual contou com a presença de Thomas Bach, presidente do COI, Kee-Heung Lee, presidente do Comitê Olímpico da Coreia do Sul, Lee Hee-Beom, presidente do Comitê Organizador de PyeongChang 2018, Spyros Capralos, presidente do Comitê Olímpico da Grécia, além de representantes das próximas cidades-sede.

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A responsável por acender a chama foi a atriz Katerina Lehou, representando a sacerdotisa da cerimônia. Ela a passou para o atleta grego Apostolos Angelis, do esqui cross-country e biatlo, e ele então deu início ao revezamento da tocha em solo grego. O destino final desta parte será a Acrópole, em Atenas, nesta segunda-feira (30), embarcando em sequência para a Coreia do Sul, onde deverá chegar na quarta-feira (01). Segundo o portal Brasil Zero Grau, mais de 7.500 pessoas devem participar do revezamento.

Entenda o significado da Chama Olímpica

Nos Jogos Olímpicos da Era Antiga, o fogo já era usado como um símbolo do evento, cujo acendimento tinha a presença de onze sacerdotisas. Ele era a chama dos deuses gregos e ficava mantido aceso durante todo o período de competições. O ritual do revezamento da Tocha era usado para avisar toda a população que as Olimpíadas iriam começar. Numa época sem as formas de comunicação que hoje temos, o papel da Tocha era fundamental. Hoje, ele é muito mais simbólico.

Como sempre, o nome do responsável por acender a pira na cerimônia de abertura somente é conhecido na cerimônia, diferentemente do porta-bandeira de cada delegação, revelado dias antes. Na cerimônia dos Jogos Paralímpicos, outra pessoa fica incumbida de acender a pira, e está também somente é conhecida no último minuto.