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Imprensa exalta desempenho da seleção em La Paz no empate contra a Bolívia

O Brasil conseguiu trazer um ponto da altitude de La Paz (BOL) ao ficar no 0 a 0 com a Bolívia. O resultado desta quinta-feira (5) foi comemorado pela seleção e exaltado pela imprensa brasileira, que avaliou positivamente o desempenho da equipe de Tite, visto que em terras bolivianas sempre é difícil conseguir bons resultados – o time verde e amarelo não vence o rival há 20 anos fora de casa.

Márcio Donizete
Jornalista desde 2012, com passagens pelos jornais ABCD Maior e Diário do Grande ABC, além do canal NET Cidade de TV. Foi repórter colaborador, líder de colaboradores e editor no Torcedores.com. Apresenta o Lente Esportiva ABC em lives no Facebook e Youtube.

Crédito: Crédito da foto: Reprodução/SporTV

No programa “Troca de Passes”, do SporTV, o comentarista Paulo César Vasconcellos viu o Brasil dominante. “Eu não esperava um jogo tão seguro e um domínio tão evidente da seleção brasileira em uma partida como a de hoje [quinta-feira] por causa das circunstâncias”, disse. Já Maurício Noriega mostrou em números a superioridade brasileira. “O Brasil teve 11 situações claras de gol. Difícil você ir para a Bolívia e conseguir fazer isso. (A Bolívia) É um time fraquíssimo, mas joga com 13, porque altitude conta por dois.”

No “Bate-Bola Bom Dia”, da ESPN Brasil, o analista Gustavo Hofman viu a seleção “confortável” em campo, mesmo na altitude. “Uma boa atuação do Brasil, se impôs contra a Bolívia. Teve mais posse de bola, controlou a partida. Teve uma ameaça boliviana em um chute na trave, mas a seleção perdeu cinco chances claras, poderia sair com uma vitória tranquila. Há muito tempo não via o Brasil jogar tão confortável em La Paz, se sentindo bem. A altitude parecia não afetar os jogadores”, analisou.

No “Jogo Aberto”, da TV Bandeirantes, o ex-jogador Denilson viu uma atuação consistente em La Paz. “Para quem não assistiu ao jogo, dá uma sensação de ‘ah, não ganhamos da Bolívia’, mas o goleiro da Bolívia (Carlos Lampe) foi o melhor em campo”, destacou. “Teve uma chance clara com o Gabriel Jesus que não poderia perder, mas fora isso o Brasil teve tranquilidade e a posse de bola. É muito difícil jogar na altitude, e às vezes o torcedor não tem essa noção da dificuldade que é”, complementou.

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