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Preto Casagrande analisa atuação do estreante Everson no Bahia

Diante de mais de 20 mil pagantes, o Bahia reafirmou sua oscilação dentro do Brasileirão e voltou a decepcionar jogando em casa, ao empatar em 1 a 1 com o Coritiba.

Victor de Freitas
Baiano, 25 anos, jornalista formado pela Universidade Jorge Amado (UniJorge). Apaixonado por esportes em geral, de preferência basquete, tênis e futebol. Contato: victorw10@outlook.com

Crédito: Foto: Divulgação/ECBahia

Principal novidade da escalação titular, o zagueiro Everson jogou improvisado na lateral-direita em sua estreia na Série A. Para Preto, a atuação do jovem defensor foi dentro das expectativas.

“Na verdade optei pelo Everson, porque o Éder teve uma virose, ele seria primeira opção para lateral. O Everson foi escolhido pelas características dele, por ser um zagueiro, muito bom no um para um. Ele seria a melhor opção para parar o Rildo, e acho que foi bem até aonde aguentou. Ele se comportou bem, fez o que foi pedido e me agradou. Logicamente que não foi tão presente quanto o Eduardo lá na frente, mas isso são características de cada jogador”, disse.

Para o jogo contra o Coxa, o técnico Preto Casagrande optou por manter a formação que venceu o Grêmio – com exceção de substituições forçadas. Com Régis no banco novamente, o treinador foi questionado por um repórter na entrevista coletiva sobre suas substituições feitas.

“Você acha o quê? Era hora do Régis entrar? Então você colocaria o Régis, mas não tiraria o Mendoza? É difícil, são poucos momentos para decidir. Se a gente não tivesse feito o gol, eu tiraria o Mendoza no intervalo, acho que ele foi mal no primeiro tempo. Mas, como teve o gol, achei que seria bom ter ele para o contra-ataque. Infelizmente, não conseguimos, mas não acredito que as alterações tenham interferido no resultado”, explicou.

Após o empate contra o Coxa na Fonte Nova, o Bahia voltará a campo apenas no dia 12 de outubro, contra o Palmeiras, em São Paulo.