Futebol Feminino

Vadão comemora início de novo trabalho com título da Seleção

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Estudante do 9º semestre de jornalismo e amante dos esportes, principalmente o bom e velho futebol. Setorista de Atlético-MG e Futebol Feminino.

Vadão Seleção Brasileira Feminina

Crédito: Fernanda Coimbra/CBF

O técnico Oswaldo Alvarez, o Vadão, retornou à Seleção Brasileira de Futebol Feminino no último mês de setembro e iniciou sua nova passagem com o pé direito. Em preparação para a Copa América de 2018, a equipe foi até o outro lado do mundo e conquistou a Copa CFA da China.

Depois de comandar Seleção nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro e deixar o cargo para a chegada de Emily Lima, que foi demitida com menos de um ano de trabalho, Vadão comemorou o bom desempenho no torneio.

“É muito bom esse resultado. Jogamos bem, apesar do pouco tempo que tivemos para treinar. Recapitulamos o que tínhamos trabalhado anteriormente, e as meninas responderam muito bem. Com certeza temos coisas a melhor. Mas foi um ótimo reinício de trabalho”, avaliou, em entrevista à CBF TV.

Na campanha do título, a Seleção Brasileira venceu o México, na estreia, e a Coreia do Norte, antes de empatar com a China e garantir a primeira colocação.

Para a competição, Vadão não pode contar com Camila, Debinha, Fabiana, Mônica, Ludmila e Andressa Alves, que sofreram lesões. Além disso, Thaisa e Gabi Zanotti se machucaram já na China, não atuando contra as donas da casa.

Para realizar a convocação, o técnico também não teve à disposição Cristiane, Rosana, Fran e Andreia Rosa. As jogadoras anunciaram suas aposentadorias da Seleção após a demissão de Emily.

Com as baixas, Vadão deu oportunidades para algumas jovens atuarem e mostrarem seu potencial, fato que foi destacado.

Os jogos que fizemos foram importantíssimos para estas jogadoras poderem atuar com a camisa da Seleção. Meninas novas, como a Adriana, terem a oportunidade de jogar contra seleções de alto nível e ganhar experiência para as próximas convocações”, completou o treinador.

A meio-campo Adriana, que se destacou com a camisa do Rio Preto, semifinalista do Campeonato Brasileiro e campeão paulista, e balançou as redes no 2×2 com a China, não vai esquecer tão cedo a honra de jogar ao lado de Marta.

“Estou muito feliz. Parece que é um sonho. Estou representando a Seleção, entrei em campo, fiz um gol e ainda jogou ao lado da Marta, a melhor do mundo. Eu queria muito conhecê-la, agora jogar ao lado dela nunca imaginei. Foi muito bom”, disse a jogadora à CBF TV.

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