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“Deixei o futebol, mas, com 30 anos, vivi coisas que muitas pessoas não viverão em 200”, diz ex-Real Madrid

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Colaborador do Torcedores

Crédito: Reprodução: Instagram oficial do ex-jogador Royston Ricky Drenthe.

Nesta sexta-feira (10), o ex-jogador holandês Royston Drenthe anunciou o lançamento de sua autobiografia, na qual irá contar diversas historias divertidas e polêmicas de sua passagem pelo Real Madrid, entre os anos 2007 e 2012.

As principais histórias contadas serão as baladas da qual o ex-atleta participou nesses cinco anos com a camisa do Real Madrid, que costumavam tirar a paciência da torcida e diretoria. Hoje com seus 30 anos e aposentado do futebol após uma breve passagem pelo Baniyas, dos Emirados Árabes Unidos, ele diz que era impossível resistir às tentações da capital espanhola.

“Deixei o futebol, mas, com 30 anos, vive coisas que muitas pessoas não viverão em 200”, enfatizou, ao jornal Marca da Espanha.

“Eu saía, sim. Não todas as noites, como dizem por aí. Mas sim muitas noites, bastante… Íamos ao Buddha e aproveitávamos muito. Muitas vezes eu tinha que sair escondido, porque não era o momento adequado. Mas não é fácil dizer ‘não’ todas as noites, porque, como jogador do Real Madrid, te oferecem muitas coisas…”, admitiu.

“Madri é uma cidade muito linda, há muitas restaurantes, muitas festas, mulheres muito bonitas… E você é jovem, jogador do Real Madrid… São muitas tentações que ficam diante de você, e se você não está totalmente focado…”, completou.

Quando questionado sobre seus companheiros de balada, Drenthe levou com bom humor a pergunta.

“No livro não dou nomes e aqui na entrevista também não, mas eu não era o único jogador que saía. Isso está claro (risos)”, divertiu-se, antes de contar um dos episódios que estão na autobiografia.

“Fui com um amigo a um cassino e de repente chegaram duas mulheres muito bonitas. Papo vai, papo vem, fomos os quatro para o hotel e tivemos uma grande noite. O problema foi o depois… Elas pediram 1 mil euros cara pela noite!”, lembrou

“Eu não tinha nem ideia que tinha que pagar! Achei que era só diversão, que não teria que pagar. E eu não estava com dinheiro, só cartões de crédito! E tampouco queria pagar, fiquei envergonhado! Imagine a situação! Além disso, meu amigo não queria pagar, porque era muito dinheiro para ele”, relatou.

“Ao final, demos todas as fichas que havíamos ganho no cassino, nem sei quanto dinheiro tinha ali… No meu livro tem várias aventuras desse tipo”, complementou.

Apesar do gosto pela noitada, Drenthe garante ter sido um profissional exemplar.

“Não concordo (que tenha jogado a carreira fora por causa das baladas). Nunca cheguei atrasado a um treinamento na minha vida, e sempre trabalhei muito duro”, assegurou o atleta, que autuou em 64 jogos com a camisa merengue e anotou quatro tentos.

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