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Veja quatro histórias de superação dos sobreviventes do voo da Chapecoense

Qualquer pessoa está sujeita a virar deficiente temporária ou definitivamente, basta ir de casa para trabalho, trabalho para casa ou para qualquer lugar que seja. Isso não é diferente para os jogadores, treinadores, técnicos, pois eles são pessoas e correm os mesmos riscos, pois foi exatamente o que aconteceu com os sobreviventes da Chapecoense.

Ana Bracarense
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Crédito: Crédito: Instagram Oficial de Jackson Follmann

Durante a madrugada do dia 29/11/16, o voo da Chapecoense caiu e dos 77 tripulantes, somente 6 sobreviventes. Quatro dos sobreviventes foram brasileiros. Conheça agora como cada um deles se superou, um ano depois da tragédia.

O que se pode concluir é que: os três jogadores e o jornalista, sobreviventes da Chapecoense tornaram-se deficientes. Três deles (o lateral Alan Ruschel, o zagueiro Hélio Zampier, conhecido como Neto e o jornalista Rafael Henzel) viraram deficientes temporariamente e o o goleiro Jackson Follmann tornou-se deficiente para sempre. Veja:

Alan Ruschel

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Crédito: Instagram @alanruschel

Ele teve que fazer uma cirurgia por causa de lesões na coluna e pensava-se que iria ficar paraplégico, mas correu tudo bem, já está de volta à equipe da Chapecoense e atuando juntamente com seus colegas. Ficou alguns meses de repouso, virando deficiente temporariamente.

Porém quando ele deu seus primeiros passos novamente parecia que ele estava reaprendendo a andar, pois o médico estava segurando em suas mãos e ele vibrando muito. Mas sua recuperação foi tão rápida que Alan voltou a jogar em um jogo contra Barcelona no dia 07/08/17.

Neto

⚽Obrigado querido DEUS ⚽ Associação Chapecoense de Futebol

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Crédito: Instagram @8785simoneto

Ele foi o último a ser encontrado e estava com hipotermia, teve trauma crânio-encefálico e precisou de ajuda de aparelhos assim que o encontraram. Ele poderia ficar com sequelas maiores por causa do estado em que foi encontrado. Mas com as equipes médicas tanto da Colômbia quanto do Brasil, hoje ele está bem. Porém virou deficiente temporariamente desde o acidente e ainda tem um pouco de insegurança por causa das lesões e só voltará aos campos em 2018.

Jackson Follman

Crédito: Instagram @jaksonfollmann

Ele foi o mais afetado, pois foi encontrado preso entre poltronas. Foi o único dos quatro sobreviventes que virou deficiente definitivamente pois teve que amputar parte da perna direita. Depois da amputação veio a parte de colocar a prótese, porém a prótese poderia ser aceita ou não no lugar da perna.

E no entanto a cirurgia para a colocação da prótese foi excelente. Follmann já está usando sua prótese (sem ter rejeição) e já está batendo bola com os amigos.Porém sua carreira como jogador de futebol na Chapecoense teve seu fim, mas Follmann virou Embaixador da Associação Chapecoense de Futebol.

Rafael Henzel

Jogo na Arena. Imprensa e Chape. Bom demais

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Crédito: Instagram @rafaelhenzeloficial/

O jornalista de Chapecó chegou ao hospital semiconsciente, teve problemas respiratórios e também passou por cirurgias por problemas pulmonares. Chegou a sair do hospital em cadeira de rodas por causa de dores na coluna, mas teve uma recuperação muito rápida, já voltou ao trabalho na rádio e hoje ministra palestras.

Detalhe: todos eles não se entregaram à depressão. Eles lutaram, fizeram e fazem fisioterapia e todos eles estão sempre sorridentes, pois a vida lhes deram uma segunda chance.

O que se pode tirar de aprendizado é que: os três jogadores e o jornalista, sobreviventes da Chapecoense, tornaram-se deficientes mas não foi por isso, que eles desistiram de tudo não. Pensaram positivo, pensaram que iriam conseguir, e que quanto menos esperavam, já estavam de volta aos gramados fazendo o que mais gostam: jogando e fazendo gol.