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Libertadores: Confira 20 jogadores estrangeiros para ficar de olho

Nesta terça-feira, terá início a fase de grupos da Copa Libertadores. A atual edição será uma das mais disputadas da história, com 16 clubes que já foram campeões do torneio.

Redação Torcedores
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Crédito: (Montagem: Renato Senna/Torcedores.com)

E a competição já começa a todo vapor, com confrontos envolvendo gigantes do continente contra gigantes brasileiros já na fase de grupos. Com isso, o Torcedores.com separou uma lista com 20 gringos que podem complicar a vida dos brasileiros na Libertadores.

Carlitos Tevez (Boca Juniors)

O atacante de 34 anos voltou para sua terceira passagem pelo clube do seu coração. O Boca Juniors aposta no ídolo da sua torcida para conquistar sua sétima Libertadores e se igualar ao Independiente como maior vencedor da competição. No esquema de Barros Schelotto, Tevez tem jogado como um falso 9, voltando para ajudar na armação do jogo, com Pavón e Cardona pelos lados do campo.

Edwin Cardona (Boca Juniors)

Falando nele, Cardona é um dos maiores talentos recentes do futebol colombiano. Campeão da competição em 2016 pelo Atlético Nacional, o jogador já chegou ao Boca Juniors pegando a lendária camisa 10 de Maradona. Não abandonou nem mesmo com a volta de Carlitos. Cardona tem um estilo que lembra Riquelme, caindo pelo lado esquerdo, com um jogo mais cadenciado, e muita qualidade na batida na bola. É o segundo jogador que mais finaliza na Superliga Argentina.

Pity Martínez (River Plate)

Meia canhoto e driblador. O jogador do River com a maior capacidade de criar algo inesperado. Pity Martínez joga aberto pelos lados do campo. Quando joga pela esquerda, procura mais a linha de fundo. Pela direita, corta para dentro para chutar ou tentar enfiadas de bola para os atacantes. Dos jogadores que participaram de mais da metade dos jogos da Superliga Argentina, é o que tem maior média de dribles certos por jogo. Tem quatro gols e uma assistência na atual temporada.

Lucas Pratto (River Plate)

O atacante recém-chegado vem para fazer uma das melhores duplas de ataque da Libertadores, ao lado de Nacho Scocco. Pratto deve ser o jogador mais avançado, ora fazendo a parede para as chegadas de Scocco e Pity, ora recebendo assistências dos dois para marcar. Também aumenta consideravelmente a qualidade do River Plate no jogo aéreo. Se encaixar nesse time, tem tudo para levar os Millonarios longe na competição.

Jorge Valdívia (Colo-Colo)

Velho conhecido da torcida brasileira. O camisa 10 do Colo-Colo vem em excelente fase no Chile. No último Campeonato Chileno, foi eleito melhor meia e melhor jogador da competição, após liderar os Índios ao título nacional. Jorgito marcou dois gols em 19 partidas desde que voltou ao Colo-Colo.

Wilson Morelo (Independiente Santa Fé)

Um dos centroavantes mais letais dessa edição da Libertadores. O Flamengo que se cuide. Bem abastecido por uma dupla de pontas extremamente velozes, Morelo desandou a fazer gols em 2018. Em seis partidas disputadas esse ano, o atacante já balançou as redes 10 vezes. Na última rodada do Colombiano, o artilheiro da Copa Sul-Americana de 2015 fez os quatro gols da vitória do Santa Fé sobre o Jaguares por 4 a 0.

Maximiliano Meza (Independiente)

Um dos heróis do título da Copa Sul-Americana. Com a saída de Ezequiel Barco, recai sobre o meia a responsabilidade de ser o principal criador do Rey de Copas. O jogador de 26 anos está entre os 20 que mais driblam na Superliga Argentina. Tem cinco gols e cinco assistências na atual temporada do futebol argentino.

Ricardo Centurión (Racing)

O bom filho a casa torna. O atacante Ricardo Centurión, campeão argentino com o Racing em 2014, está de volta ao clube de Avellaneda para a disputa da Libertadores deste ano. O jogador chegou por empréstimo do Genoa e foi a principal contratação da Academia para a competição continental. Em seu retorno ao Cilindro de Avellaneda, o jogador tem números impressionantes. Foram cinco jogos, sendo apenas três como titular, e o camisa 22 já soma três gols e três assistências.

Teo Gutiérrez (Junior Barranquilla)

Seguindo a linha do bom filho a casa torna, Teo Gutiérrez retornou ao Junior Barranquilla ano passado e já conseguiu levar o time à semifinal da Copa Sul-Americana. O atacante marcou dez gols e deu seis assistências no segundo semestre de 2017. Neste ano, Teo já ajudou com um gol a equipe colombiana a passar pelas fases preliminares e chegar à fase de grupos. Agora vem a tarefa mais difícil: conseguir a classificação num grupo que ainda conta com Palmeiras, Boca Juniors e Alianza Lima.

Yimmi Chará (Junior Barranquilla)

O atacante já foi objeto de desejo de Flamengo e Palmeiras. Jogador de velocidade pela ponta-direita, Chará tem como uma das principais missões abastecer Teo Gutiérrez. Nas fases preliminares, o ponta foi o líder em chances criadas e dribles certos. Além de criar chances, o Predador também finaliza bastante. Mal, mas finaliza. O colombiano foi o jogador que mais finalizou errado na Libertadores até o momento.

Jonathan Álvez (Junior Barranquilla)

Destaque do surpreendente Barcelona de Guayaquil, Jonathan Álvez foi o carrasco de brasileiros na última edição da Copa Libertadores. O jogador marcou contra os quatro clubes brasileiros que enfrentou: Botafogo, Palmeiras, Santos e Grêmio. Depois de estar na mira do Grêmio e do Flamengo, o equatoriano foi contratado pela equipe de Teo Gutiérrez e Chará para a disputa da Libertadores. Até o momento, o jogador é reserva no time colombiano, mas briga por uma vaga no ataque dos Tubarões.

David Pizarro (Universidad de Chile)

Meia de organização, cadenciador de jogo e de passes precisos. Depois de uma passagem de enorme sucesso pelo futebol italiano, o veterano David Pizarro é um dos principais nomes da La U para a disputa da atual Libertadores. Na equipe desde o começo de 2017, o meia tem quatro gols e duas assistências em 42 jogos com a camisa azul.

Macnelly Torres (Atlético Nacional)

A eterna promessa do futebol colombiano apareceu para o mundo do futebol em 2007 na surpreendente campanha do Deportivo Cúcuta, que chegou à semifinal da Libertadores daquele ano. Aos 33 anos, o meia promissor não conseguiu engrenar e alterna ótimas exibições com atuações bastante apagadas. Ainda assim, é titular absoluto do Atlético Nacional desde 2015. Campeão da Libertadores com a equipe Verdolarga, Macnelly é um dos principais nomes do time colombiano, que vai em busca do tricampeonato continental.

Óscar Cardozo (Libertad)

Aos 34 anos, o principal nome do ataque do Paraguai na Copa do Mundo de 2010 voltou a o seu país para jogar pelo Libertad. Duas vezes artilheiro do Campeonato Português e da Europa League, o jogador é a esperança de gols do time de Assunção na competição. Desde que chegou, o Tacuara marcou oito gols em 24 partidas disputadas.

Maxi Rodríguez (Peñarol)

O interminável meia-atacante é um dos grandes nomes do Peñarol para tentar passar da fase de grupos pela primeira vez desde 2011. Se destacou na conquista do Campeonato Uruguaio, com seis gols e duas assistências em 15 jogos. Semifinalista da competição em 2013 com o Newell’s Old Boys, tem aquele toque de experiência necessário em uma Libertadores.

Cristian Rodríguez (Peñarol)

Em 2017, o meia voltou ao clube que o revelou para apagar as imagens ruins das passagens por Grêmio e Independiente. E, até agora, está conseguindo. Em 41 partidas desde seu retorno, Cebolla Rodríguez marcou 18 gols e contribui com nove assistências pelo Peñarol e, de quebra, foi eleito o melhor jogador do Campeonato Uruguaio ano passado. O jogador de 32 anos é mais um dos experientes atletas em que o Carbonero aposta para voltar ao caminho das glórias na Libertadores.

Cristian Palacios (Peñarol)

Com 31 gols em 34 partidas em 2017, o atacante foi o artilheiro do Campeonato Uruguaio em 2017. Sua performance no Montevideo Wanderers foi tão impressionante, que o Peñarol o chamou de volta do empréstimo. O jogador de 27 anos ainda foi eleito o melhor atacante do Campeonato Uruguaio no título Carbonero ano passado.

Juanmi Callejón (Bolívar)

De volta ao Bolívar após um ano no futebol árabe, o meia espanhol é uma das principais armas do clube de La Paz. Com apenas dois gols em 28 jogos, sua passagem pelo Ettifaq FC não está à altura de seu desempenho com a camisa do Bolívar. Em quatro anos de futebol boliviano, Callejón marcou 73 vezes em 173 partidas. Antes de deixar o Bolívar, o irmão gêmeo de José Maria Callejón, do Napoli, foi artilheiro do Campeonato Apertura 2016, com 16 gols marcados.

Pablo Escobar (The Strongest)

Não há como não falar sobre Libertadores sem falar em Pablo Daniel Escobar. O atacante é figurinha carimbada do The Strongest na altitutde de La Paz. Após andanças pelo Brasil, o paraguaio naturalizado boliviano voltou ao The Strongest em 2011. Nessa sua segunda passagem pelo Tigre, o atante já soma 146 gols. Em Copas Libertadores, Escobar tem 11 gols e 14 assistências em 44 jogos.

Santiago Romero (Nacional)

O volante foi o grande nome do Nacional na fase preliminar da Libertadores. O jogador marcou duas vezes contra a Chapecoense e garantiu a classificação do clube uruguaio para a terceira fase da competição. Curiosamente, Romero nunca foi um goleador. Em seis anos de Nacional, havia anotado apenas 10 gols. Em 2018, já são três tentos em cinco jogos. O volante, daqueles modernos chamados de box-to-box hoje em dia, é extremamente identificado com o clube. Após empréstimo ao Rosário Central, voltou ao Bolso no começo do ano para ajudar a classificar a equipe para a fase de grupos.

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