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Opinião: Boa notícia para a transexual Tifanny

A jogadora que atua no Bauru e há algum tempo vem sendo alvo da polêmica envolvendo sua questão fisiológica, em especial. A atleta que é uma transexual e joga no vôlei feminino bateu recentemente o recorde de 39 pontos em uma mesma partida. A alta pontuação, aliada o biótipo físico se transformou pauta de debates entre clubes, jogadoras e até amantes da modalidade. Questões como adequação a quantidade de hormônios e o controle do mesmo, viraram o ponto X da questão.

Artur de Figueiredo
Jornalista/ Especialista em Comunicação- Com mais de 10 anos de experiência com atuações em diversas plataformas. Desde a graduação venho atuando, como colaborador de diversas mídias. Em 2008, comecei a escrever para o maior portal de Rock e Heavy Metal do país, o Whiplash.net. No mesmo período, me ingressei como apoiador da cena cultural, artística, em especial, de São Paulo e região metropolitana, estive na redação do Stay Heavy. Posteriormente, tive a oportunidade de escrever também como colaborador da maior revista segmentada de Heavy Metal e Classic Rock, a Roadie Crew. Já na área esportiva, como jornalista de esporte Olímpico, tive o privilégio de atuar diretamente nas reportagens, comentários, sendo setorista de Sada Cruzeiro, Sesi São Paulo e Pinheiros, com foco sempre no voleibol. Redator e repórter do site mineiro: Virtuai.com, além do Portal Torcedores.com. No rádio, atuei como comentarista da Metropolitana AM 1070 e Garota FM 87.5. Atualmente, sou colaborador da rádio Poliesportiva. Continuo de forma ativa, buscando conteúdo exclusivo de qualidade, para todos amantes do esporte, contribuindo com informação de relevância para as demais plataformas. Finalizando, atuei como Assessor de Imprensa do clube União Mogi Futebol Clube e colunista do jornal Gazeta Regional. Sempre em busca de novos desafios, aberto ao crescimento, ao desenvolvimento profissional, especialmente, o crescimento humano, em cada área almejada.

Crédito: Bauru Vôlei

Foram feitos vários exames que mostraram que a atleta possui um nível de testosterona baixo, em paralelo ao que a FIVB (Federação Internacional de Vôlei) exige para estar apta para tal categoria. Seguindo esse preceito a CBV (Confederação Brasileira de Vôlei) deu aval para a jogadora do Bauru poder jogar a Superliga até o fim da temporada.

Contra fatos não há argumentos, Tifanny agiu de forma legal, não omitiu documentos, exames. Passou pela bateria de testes e mesmo diante a pressão exercida por parte dos clubes e jogadoras, obteve êxito. Colocado em ‘xeque’, se estaria tirando a vaga de alguma atleta, quem fez as devidas contratações foi a equipe do interior paulista, que de alguma forma não merece qualquer tipo de discriminação por tal atitude. Ao contrário, merece ser elogiada pelo o feito, sendo incluída, junto ao grupo de mulheres/atletas que disputam a competição nacional.

O fato ainda gerará muito ‘pano para manga’, por ser algo novo e polêmico. As atuações muito acima da média vão sempre ser motivo de discórdia ou encantamento por parte dos especialistas e fãs. Se os números são expressivos por parte da atleta, particularmente, o clube do interior paulista não ‘caminha na mesma toada’, ocupando apenas a 8ª posição na classificação geral.