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Guto Ferreira fala sobre críticas da torcida e projeta jogo decisivo do Baiano

Nesta sexta-feira (23), o técnico Guto Ferreira foi o entrevistado do dia na sala de imprensa do CT do Fazendão. Em entrevista coletiva, o comandante tricolor falou sobre temas como pressão da torcida, o jogo de domingo e o posicionamento de Edigar Junio.

Victor de Freitas
Baiano, 25 anos, jornalista formado pela Universidade Jorge Amado (UniJorge). Apaixonado por esportes em geral, de preferência basquete, tênis e futebol. Contato: victorw10@outlook.com

Crédito: Felipe Oliveira/Divulgação/ECBahia

Vaiado durante o jogo contra o Altos-PI, Guto Ferreira diz que não pode se deixar influenciar devido à críticas de torcedores. O treinador ainda lembrou que, após as vaias, vieram os gols.

“Não posso me deixar influenciar por nada que acontece externo. Tenho que ter bem conceituado o que quero, bem conceituadas as minhas convicções, e trabalhar sempre para fazer o melhor. Não posso deixar que o externo influencie em nada diretamente. Respeito cada um. Eu poderia fazer uma brincadeira aqui, mas não vou chegar nisso, porque posso ser mal entendido. A cada momento que eles se manifestavam dessa maneira [vaias], acabou acontecendo um gol. O torcedor do Bahia tem que ser respeitado, inclusive nessas brincadeiras. Então não vou brincar. Vou respeitar sempre”, comentou o treinador.

“(…) Mais do que qualquer coisa, espero que eles possam respeitar, como vêm respeitando, e manifestar, se acharem que devem, mais do que nunca. Espero apoio também. E que a nossa equipe consiga fazer um grande jogo e, premiá-los, no final, com mais um triunfo”, acrescentou.

Sobre o jogo de domingo, Guto diz conhecer o desempenho da Juazeirense e projeta imposição ofensiva para sair de campo com o triunfo.

“No início da competição, eles fizeram um jogo contra o rival muito bem. Empataram dentro do estádio do rival e as duas vezes que jogamos lá no campo deles foi difícil. Acho que agora, nas nossas condições, estamos mais acostumados e temos que nos impor. Se não conseguirmos, tudo que foi questionado, reclamado, perde o seu valor. E eles vão ter que superar o lado deles. E nós vamos ter que impor o nosso lado”, disse.

Guto Ferreira também falou sobre a possibilidade de utilizar Edigar Junio como centroavante.

“Romário também não tinha esse estereótipo. Acho que a gente cria estereótipos O que conta é a inteligência, oportunidade, leitura de jogo, qualidade, habilidade. Isso aí, Edigar tem ferramentas, conceitos de jogo que o permitem jogar nessa função e fazer jogos como fez ano passado, fez esse ano. “Ah, por que você não usa?”. Preparação, momentos da equipe e momentos de Edigar. É fácil falar agora, mas quem conversa no dia a dia com a gente, já comentávamos na partida lá contra o Juazeirense que Edigar tinha crescido no aspecto físico, na condição de jogo, e estava conseguindo executar jogadas que a gente não tinha visto esse ano. Estava começando a clarear o jogo dele”, analisou.

O Tricolor encara a Juazeirense às 16h deste domingo, na Fonte Nova.