Jair fala sobre assusto de barrar medalhões e revela meritocracia

A palavra tanto destacada por Tite, hoje técnico da Seleção Brasileira, faz parte também do dicionário de Jair Ventura, comandante santista. Em entrevista à Gazeta Esportiva, o técnico diz não ter medo em barrar medalhões e destaca meritocracia em seu trabalho.

Mateus Oliveira
Estudante de Jornalismo-UFU. Apaixonado por esporte, em especial, o nosso futebol !!!!! Santista e fã do menino Ney

Crédito: Foto: Maurício de Souza

Para exemplificar, o ex-Botafogo lembrou da situação que teve no clube carioca. Na época, Jair barrou Jefferson, por conta de um ótimo momento de Gatito Fernández.

Em entrevista, o técnico revelou que; A história não pode ser apagada, são líderes, mas se tiver alguém da posição em melhor momento, vai jogar. Não posso ser justo com um jogador e prejudicar uma instituição maior do que todos nós, sendo injusto com o elenco. Eu penso no Santos. No todo. Não em um ou dois. São importantíssimo, conto demais, mas falo em meritocracia. Não vou deixá-los jogando se tenho um melhor fora por causa de gestão. Vai jogar quem estiver melhor, isso independe de salário, poder dentro do grupo… Não tem jeito. Eu barrei o maior salário do Botafogo, de Seleção, o Jefferson. O grupo entendeu que Gatito estava no melhor momento. Sendo justo, ganha-se o grupo. Todos têm a melhor chance.”

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Porém, isso não o que a maioria da torcida alvinegra acredita. Renato, Vecchio e Copete são nomes que frequentemente estão em críticas do torcedor, que aos poucos, vão pedindo a substituição destes atletas. Assim, Vitor Bueno, Cittadini e Rodrygo Goes aparecem fortemente nos pedidos de mudança do time titular.