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Saiba os brasileiros que fizeram hat-tricks em Copas do Mundo

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Colaborador do Torcedores

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Crédito: Divulgação/ Ricardo Saibun/ Flickr oficial do Santos FC

Hat-tricks são bem comuns em Copas do Mundo. Das vinte edições do torneio, apenas na Alemanha, em 2006, nenhum jogador marcou três ou mais gols em uma única partida. O contraponto é a Copa da Suíça, em 1954, quando o feito aconteceu em oito oportunidades.
Ao lado do Uruguai, o Brasil é o quarto país no ranking dos que mais marcaram hat-tricks em Copas do Mundo. Ao todo foram três.

Na Copa da França, em 1938, Leônidas da Silva balançou a rede três vezes contra a Polônia. O curioso é que o polonês Ernest Wilimowski fez quatro gols no mesmo duelo. Mesmo assim o Brasil saiu vencedor, 6 a 5, na prorrogação.

Em 1950, Ademir Menezes, que na época jogava no Vasco da Gama, marcou quatro vezes contra a Suécia, na vitória canarinha por 7 a 1 (sim, fizemos um 7 x 1 em uma Copa do Mundo no Brasil).

O terceiro e último brasileiro a atingir a marca foi nada mais, nada menos, do que Pelé, em 1958. O Rei do futebol guardou a carta na manga para a semifinal contra a França. Vitória do Brasil por 5 a 2, com três gols do camisa 10.

Acima do Brasil e do Uruguai estão Argentina (4 hat-tricks), Hungria (5) e Alemanha (7).

Jogadores com dois hat-tricks

Apenas quatro jogares alcançaram a marca na maior competição entre seleções: o húngaro Sándor Kocsis (ambas em 1954), o francês Just Fontaine (ambas em 1958), o alemão Gerd Muller (ambas em 1970) e o argentino Gabriel Batistuta (único a marcar em duas edições diferentes – 1994 e 1998).

Copa de 2014

Apenas dois hat-tricks foram marcados na Copa no Brasil. Na rodada de abertura, Thomas Muller fez três gols na vitória da Alemanha sobre Portugal por 4 a 0.

O outro foi anotado por Shaqiri, que marcou os três gols da vitória suíça sobre Honduras por 3 a 0.

Surgimento do termo

A expressão hat-trick não é utilizada apenas no futebol, mas em diversos outros esportes, tanto que a primeira publicação com o termo foi em 1878, em The Sportsman, para enriquecer a atuação de um jogador inglês de críquete, H. H. Stephenson, por conta de uma partida que aconteceu vinte anos antes da divulgação.