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Títulos, expectativa para o Gre-Nal e companheiro mais “chato”: Jael fala da vida no Grêmio

Feliz da vida no Grêmio, Jael assistirá dos camarotes da Arena o duelo entre o tricolor e o São Paulo, de Rio Grande, nesta quarta-feira, a partir das 21h45. Por conta da suspensão pelo terceiro amarelo, ele está fora do confronto e aproveitou a ausência na concentração para dar entrevista à Radio Pachola, durante a tarde, onde abordou esse novo momento que vive no atual campeão da América e da Recopa.

Eduardo Caspary
Jornalista formado pela PUCRS em agosto de 2014. Dupla Gre-Nal.

Crédito: Foto: Facebook Oficial/Grêmio

Sobre 2017, o centroavante demonstra muita gratidão e felicidade por ter participado de um grupo vencedor. Depois de sofrer uma grave lesão no joelho no início do ano, ele se recuperou e voltou a ser utilizado na reta final da Libertadores. Mesmo sem ter marcado gols, foi decisivo nos jogos finais e deu a assistência para Cícero fazer o gol da vitória contra o Lanús, na Arena, na ida da grande decisão.

“Estou muito feliz. Feliz por vestir uma camisa tão pesada, pela maneira como os meus companheiros me receberam e pela forma como até os funcionários do clube gostam de mim. No ano passado não consegui fazer gols, mas consegui contribuir de outra maneira. E é aquela história, eu vou sempre querer que o meu time seja campeão. Se for pra ganhar 10 títulos, com só uns cinco gols meus, serve muito”, acrescentou.

Perguntado sobre a convivência com os companheiros, Jael foi só elogios pelo clima vivido no vestiário. Mas fez uma revelação: nos treinamentos, segundo ele, ninguém é mais “chato” que o zagueiro Bressan.

“A gente vê o Geromel lá atrás fazendo coisas que é um absurdo… o cara é fora de série. Mas vou falar pra vocês que é o mais chato é o Bressan. Treinando contra, é o Bressan. Ele tá sempre em cima, não deixa o atacante girar. É o chato no bom sentido, claro”.

O próximo jogo de Jael com a camisa do Grêmio será justamente o clássico Gre-Nal, no Beira-Rio, no domingo, a partir das 17h. Para o jogador, não há outro clássico no Brasil com essa dimensão e importância:

“Eu vi uma enquete recentemente, não lembro em qual lugar, mas dizia que o Gre-Nal era o principal clássico do Brasil disparado. E é. Não dá para comparar com os outros. Fla-Flu? Acho que não… Corinthians x Palmeiras? Talvez lá na Bahia, um Ba-Vi, por ser dois da mesma cidade, mas mesmo assim aqui é diferente. E temos a tal da “semana Gre-Nal”, sabemos o quanto é importante. Mas claro que temos esse jogo de hoje contra o São Paulo e a partir de quinta sim vamos respirar o clássico”.

Confira a entrevista de Jael à Rádio Pachola:


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