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Elizeu Capoeira lamenta não ter entrado no top 15 dos meio-médios do UFC: “Eu deveria estar lá”

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Colaborador do Torcedores

Crédito: Crédito da foto: Divulgação/UFC

Em grande fase, Elizeu Capoeira, que vem de cinco vitórias consecutivas no UFC, concedeu uma entrevista exclusiva para o Torcedores.com. Nela, o meio-médio (77 Kg) comentou sobre o seu momento de ascensão no Ultimate e também sobre o seu confronto pela organização no sábado, 12.

Você conseguiu um grande nocaute em cima do Sean Strickland. Pode-se dizer que o seu estilo de luta proporciona esses momentos históricos no octógono?

Eu acredito que sim, acredito que os fãs gostam do meu estilo de luta. Subo no octógono para vencer, sempre buscando a luta, indo para cima, e é isso que todos gostam de assistir. Ninguém gosta de ver luta amarrada. Quero mais lutas épicas como as que venho proporcionando no UFC.

Todo evento do UFC aqui no Brasil tem o famoso grito de “Uh, vai morrer!” da torcida brasileira. Como isso mexe com vocês lutadores que estão lá no octógono?

Lutar no Brasil não se compara a lutar em qualquer outro lugar do mundo. É realmente incrível! Nossa torcida é a maior e mais empolgante. Eu me sinto muito motivado quando luto no Brasil, a torcida te faz dar o máximo na luta. É algo que jamais vou esquecer.

Com a vitória no último sábado, 12, você chegou a marca de cinco vitórias consecutivas no Ultimate. Como você projeta o seu futuro na organização?

Acabei não entrando no top 15 na atualização desta semana, e realmente acredito que eu deveria estar lá. Já são cinco vitórias consecutivas, marca de poucos na categoria. Mas não me abalo por isso, sigo focado.

Tem algum lutador em especial que você gostaria de enfrentar?

Não tenho alguém em mente por enquanto, mas quero um adversário que esteja no ranking. Quero enfrentar alguém rankeado justamente para vencer e entrar no top 15.

O seu nocaute no último sábado lembrou o que o Edson Barboza aplicou no Terry Etim em 2012. Qual foi mais bonito?

O dele foi incrível, mas eu prefiro o meu. (risos)

Como você enxerga o momento brasileiro no UFC, sem campeões nas categorias masculinas?

O Brasil passa por uma fase de seus lutadores, muitos estão crescendo em suas categorias. Eu acredito que seja questão de tempo para que tenhamos campeões no UFC novamente. O Brasil teve uma leva incrível de lutadores, todos se tornaram lendas vivas, e a nova geração também fará bonito e serão campeões em breve, e me incluo nessa.

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