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A PAIXÃO PELO TIME DA SUA “QUEBRADA” TATUADA NA PELE, ISSO É O FUTEBOL DE VÁRZEA!

 

O futebol é um esporte apaixonante, que faz muitas vezes as pessoas cometerem verdadeiras loucuras pelo seu time do coração.  Viajar para longe, gastar todas as suas economias, fazer uma promessa, entre outras peripécias. Isso é o futebol! Estamos falando do futebol profissional, mas e no futebol amador…a nossa várzea, será que esse sentimento é o mesmo?

Muito longe das grandes arenas, das grandes mídias está a nossa bola “véia”, onde temos muitos e verdadeiros apaixonados, aquele torcedor que trabalha a semana toda esperando o final de semana para acompanhar o time da sua quebrada seja lá onde for.

A paixão é sem limites e muitos deles resolveram demonstrar esse carinho “carimbando” na pele o símbolo do time ou aquele tão sonhado troféu conquistado com muito esforço.

O Cornetas da Bola foi buscar na nossa querida bola “véia” diversos personagens que abrilhantam e iluminam a várzea paulista e que abriram o coração nos contando o motivo para tamanha homenagem.

 

Alexandre Félix “ Alê”, 39 anos

“Fiz a primeira tatuagem por amor”

Time: Ajax da Vila Rica – Alê acompanha o time da zona leste de sampa desde pequeno, hoje é morador do Jardim Helena, mas morou durante 33 anos na Vila Rica. Fez a primeira tatuagem por amor ao time, já a segunda foi uma promessa caso o time chegasse na final da tradicional Copa Kaiser em 2.009. Resultado? Time na final e promessa cumprida.

Foto/Arquivo Pessoal

Foto/Arquivo Pessoal

 

Phelipe “Cabelo”, 26 anos.

“Jejum de títulos e homenagem ao time do coração”

 Time: Nove de Julho – Morador da Ferradura – Casa Verde Alta, zona norte de sampa, ele é torcedor do Nove de Julho e acompanha o time desde 1.999. Cabelo fez a primeira tatuagem quando tinha apenas 16 anos e pasmem o time atravessava um jejum de quatro anos sem ganhar títulos, a segunda tatuagem foi feita em 2014, após o Pit Bull da zona norte ganhar a tão sonhada Copa Kaiser.

Foto/Arquivo Pessoal

Foto/Arquivo Pessoal

 

Armando, 39 anos.

Time: R2 Debony – É presidente do time R2 Debony do bairro da Pedreira, lado sul da capital, acompanha o time desde a fundação. E o motivo da tatuagem é simples: Amor para a vida inteira pelo time.

Foto/Arquivo Pessoal

 

Alexandre Santos, “Ratinho”, 39 anos.

Time: Maristela Futebol Clube – Morador do Jardim Maristela, zona sul de São Paulo, está no time desde a sua fundação, foi jogador durante 10 anos e agora faz parte da diretoria. Motivo da tatuagem: amor ao time.

Foto/Arquivo Pessoal

 

Roberto “Beto”, 44 anos.

Time: Malhadão F.C – Morador do Parque Dorotéia, também na zona sul, desde 2003/2004, virou presidente e está no time até hoje. Fez a tatuagem por amor ao time.

Foto/Arquivo Pessoal

 

Ademir A. Bargas, 56 anos.

Time: Moleque Travesso do Jardim Planalto – Morador do jardim Utinga, em Santo André no ABC paulista. Acompanha o time a 9 anos. Motivo da Tatuagem: amor ao time.

Foto/Arquivo Pessoal

 

Rafael, 27 anos.

”Nada mais justo do que fazer uma homenagem ao time”

Time: Mocidade Esporte Clube da Vila da Paz – Acompanha o time desde pequeno assistindo aos jogos sempre como torcedor, há dois anos faz parte da diretoria. O que motivou a fazer a tatuagem foi o valor sentimental pela copa que o time conquistou (Super Copa Pioneer 2018), Rafael diz que era algo muito importante para ele, “quem convive comigo sabe o quanto foi especial e nada mais justo do que fazer uma homenagem ao time”, diz.

Foto/Arquivo Pessoal

 

José Manoel.

Time: Ratatá do Heliópolis – Acompanha o time do bairro desde 1.997 e fez a tatuagem por amor ao time.

Foto/Arquivo Pessoal

 

Paulo dos Santos Júnior “Paulinho”, 40 anos.

Time: A. E Boa Esperança de São Mateus – Morador do bairro Parque Boa Esperança, zona leste de São Paulo, acompanha o time desde a fundação em 1981, quando tinha apenas 2 anos. A tatuagem foi para demonstrar todo amor ao time.

Foto/Arquivo Pessoal

 

Cassiano Vieira de Lira, 40 anos.

Eu mudei e parei de reclamar e hoje apenas agradeço a Deus

Time: G.R Favela da Vila Guacuri – Mora em Arujá, acompanha o time desde 2014, o que o motivou a fazer a tatuagem do time foi a história de vida do Erick, cadeirante e que é presidente do time, um cara do bem que passou por muitas dificuldades na vida, mas nunca reclama, está sempre de bem e agradecendo. “Deus sempre me abençoou e eu sempre reclamava da vida e acompanhando o Favela e conhecendo a história de vida do Erik, eu mudei e parei de reclamar e apenas agradecer a Deus”, diz Cassiano.

 

Tony, 34 anos.

Time: Pau no Gato da Fazendinha – Morador do bairro da fazendinha, zona sul, acompanha o time desde 2000 e fez a tatuagem por amor ao time.

Foto/Arquivo Pessoal

 

Erick

Time: Ingá Loko F.C –  Mais um time do lado sul de sampa, jardim Ingá, Erick é um dos fundadores do time, fez a tatuagem por promessa, não contada, e também por amor ao time “Ingá Loko é minha vida”.

Foto/Arquivo Pessoal

 

Renan, 30 anos.

Time: Sua Mãe Esporte Clube, Guarulhos – Morador de Taboão em Guarulhos, acompanha o time há 11 anos e fez a tatuagem por amor ao time.

Foto/Arquivo Pessoal

 

Murilo Duarte da Silva, 33 anos.

Time: E. C Inter Pânico, Butantã – É um dos fundadores do time da zona oeste de sampa (15/01/2004), a tatuagem foi uma forma de mostrar seu amor ao time, e que vai estar até o fim com o time jogando, ou fora das quatro linhas. “Vou estar ali Pânico, até morrer”, diz Murilo.

Foto/Arquivo Pessoal

 

Sindy Rodrigues, 27 anos.

“Na alma, no coração e só faltava na pele”.

Time: E. C Explosão da Vila Joaniza – Acompanha o time desde que nasceu, sempre teve vontade de fazer a tatuagem, mas faltava coragem. Quando criou coragem tatuou o nome do time com uma bomba no final por acreditar que o amor que tem pelo time vem na alma, no coração e só faltava na pele.

Foto/Arquivo Pessoal

Foto/Arquivo Pessoal

 

Marcela, 22 anos.

Time: A.E Ouro Preto do Jardim Iporanga – Acompanha o time da zona sul desde os 14 anos e fez a tatuagem por amor ao time.

Foto/Arquivo Pessoal

 

Diogo, 31 anos.

Time: Grêmio da Vila Prudente – Acompanha o time desde 1.999 e também é jogador, fez a estreia quando tinha 14 anos de idade. Mora na Vila Prudente e fez a tatuagem por amor ao time.

Foto/Arquivo Pessoal

 

Bruno

Time: VIC VIC da Vila Prudente – Fez a tatuagem para cumprir uma promessa por um título conquistado e também por amor ao time.

Foto/Arquivo Pessoal

 

Rubens Araújo Gomes, 55 anos.

Time – São Lourenço “100% Pé de Cana” – Acompanha o time do lado sul de sampa desde a sua fundação e fez a tatuagem por amor ao time.

Foto/Arquivo Pessoal

 

Adenilza, “Loirinha”, 40 anos.

Time: Itália F.C de Diadema – Loirinha acompanha o time desde 2006, ano em que assumiram o comando da equipe, é moradora do jardim das Nações em Diadema e fez a tatuagem por amor ao time.

Foto/Arquivo Pessoal

Foto/Arquivo Pessoal

 

William Lima, 34 anos.

“Vista por todos, aceita por poucos, mas amada pelos verdadeiros”

Time: Unidos F.C da Vila São José de São Caetano do Sul – Morador do bairro Ponte Preta, Vila Cristalia, acompanha o Unidos do Morro desde 2.002.  O que o motivou a fazer a tatuagem foi o amor sentido no coração, eternizado na alma e agora estampado na pele. Foi uma mistura de amor ao time e após um bate papo com o eterno diretor do time, Toninho Boca Aberta. “Vale lembrar, que ele foi o pioneiro e eu o acompanhei ao estúdio quando fez o distintivo na batata da perna”, lembra William. Ele relembra que  após fazer a tatuagem Toninho conversando com jogadores veteranos perguntou se alguém tinha coragem de fazer o mesmo, os jogadores disseram que sim e logo marcaram a sessão. Dias depois William e mais dois jogadores, Lê e Guega, estavam lá estampando a arte: “vista por todos, aceita por poucos, mas amada pelos verdadeiros”, diz Lima.

Foto/Arquivo Pessoal

 

Renilda Oliveira, 33 anos.

Time: Pau no Gato da fazendinha – Mais uma torcedora do time da zona sul, moradora do Itaim Paulista, zona leste, acompanha o time há 4 anos e fez a tatuagem por amor ao time: “desde o primeiro jogo senti no coração que era de verdade” afirma Renilda.

Foto/Arquivo Pessoal

Foto/Arquivo Pessoal

 

Wellington Ferreira Ribeiro, 29 anos.

“Hoje somos uma família”

Time: ADC Levanta Poeira de Taboão da Serra – Acompanha o time desde os 6 anos de idade, cria do mesmo bairro. O que motivou a fazer a tatuagem foi a dignidade que o time tem, uma família onde ele cresceu com as pessoas sempre o ajudando e dando exemplos de vida. “Hoje me tornei uma pessoa sabendo respeitar o espaço do próximo e hoje somos uma família” fala Wellington.

Foto/Arquivo Pessoal

 

William Lemes, 41 anos.

Time: Vila Remo F.S – Acompanha o time desde o início e a tatuagem foi em agradecimento ao primeiro título do time e também para demonstrar amor eterno.

Foto/Arquivo Pessoal

Foto/Arquivo Pessoal

 

Jorge Tadeu da Silva, 48 anos.

Time: Vila São Pedro – Fundador do time. Além da tatuagem do Vila São Pedro, também tem tatuado Anhanguera (Associação Recreativa Anhanguera de Santo Amaro, zona sul), feita em consideração ao seu amigo Paulão.

Foto/Arquivo Pessoal

Foto/Arquivo Pessoal

Foto/Arquivo Pessoal

Foto/Arquivo Pessoal

 

Michel Freitas Ugolini, 31 anos.

Time: Nada a Perder do Jardim Rosana – Acompanha o time desde à sua fundação em 26/02/2002, fez a tatuagem por amor ao time.

Foto/Arquivo Pessoal

 

Rodney Ferreira, 30 anos.

Time: Turma do Baffô do Jardim Climax – Motivo da tatuagem é o amor que tem pelo time da zona sul desde à fundação em 1996.

Foto/Arquivo Pessoal

 

Ligia Maria de Lima, 33 anos.

Time: Entre Amigos da Vila Progresso, Itaquera – Acompanha o time desde 2002, a tatuagem foi para demonstrar o amor e carinho que tem pelo time. “Na hora que mais precisei o Entre Amigos me acolheu e por isso resolvi fazer duas tatuagens para homenagear”, diz Ligia.

Foto/Arquivo Pessoal

Foto/Arquivo Pessoal

 

Douglas Nascimento “Preto”, 33 anos.

Time: Dha “Q” Brada, Freguesia do Ó – O que levou a fazer a tatuagem em homenagem ao time da zona norte foi com toda certeza “amor ao DQB”.

Foto/Arquivo Pessoal

 

Jean Carlos Sales, 25 anos.

“Movemos alegria na comunidade”

Time: Nacional Campanário/Diadema – Acompanha o time desde pequeno pois o pai sempre foi jogador do time. Fez a tatuagem: “pelo amor que tenho pelo time, e não só por ser um sonho do meu pai, mas porque movemos a alegria na comunidade” cita Jean.

A outra tatuagem foi para ficar na lembrança após conquistarem o título da Copa Nove de Julho, marcante para a história do time.

Foto/Arquivo Pessoal

 

Anderson Soares.

“Time na final e promessa paga”

Time: Copo Cheio Futebol e Farra – Morador do jardim Selma, zona sul, é um dos fundadores do time, que tem 5 anos. Fez a tatuagem para demonstrar o amor que tem pelo time, justamente por ser um dos fundadores e ter orgulho por tudo o que conquistaram em tão pouco tempo de história. “Estávamos na semifinal da Copa Missionária…ai falei que se a gente fosse para a final faria a tatuagem”, lembra Anderson. Time na final e promessa paga.

Foto/Arquivo Pessoal

 

Tedy Wallace, 36 anos.

Time: Santa Cruz do Jardim Sinhá – Acompanha o time da zona leste há 18 anos, a tatuagem foi para mostrar a paixão pelo time.

 

Foto/Arquivo Pessoal

 

Toninho, 30 anos, e Kule, 48 anos.

Time: Armação do Parque São Lucas – Os dois são da mesma quebrada, Parque São Lucas no lado leste de sampa, amam o time e vão os jogos juntos.

Foto/Arquivo Pessoal

 

Yuri Ferreira da Silva, 21 anos.

Time: Real Primavera do Parque Primavera – Acompanha o time da zona sul da capital paulista desde 2007, fez a tatuagem por gostar do time desde pequeno e levar essa homenagem por toda a vida.

Foto/Arquivo Pessoal

 

Fernando “Beira Rio”, 45 anos.

Time: Beira Rio da Vila Brasilina – Acompanha o time há 20 anos e fez a tatoo por amor. E para encorajar aqueles que querem fazer uma tatto do time da sua quebrada ele mandou um vídeo de quando fez a arte no corpo!!

Foto/Arquivo Pessoal

 

 

Fábio Lima, 39 anos.

Time:  Unidos do Jardim Maria Estela – Morador do bairro da Água Funda, zona sul de sampa, acompanha o time desde 2009 e seu amor pelo time fez com que Fábio homenageasse o time, além disso um outro motivo o levou a fazer a tatto, Alisson um irmão que não é de sangue, mas é verdadeiro. “Estava parado, não jogava mais e ele me convidou para jogar a Copa Cartolas da Várzea, onde o time foi vice-campeão e conseguimos acesso a Kaiser B”, diz Fábio.

Foto/Arquivo Pessoal

Foto/Arquivo Pessoal

 

Lincoln Carvalho da Silva, 43 anos.

“Noroeste é um vício”

Time: Noroeste da Vila Formosa – Acompanha o time da sua quebrada, Vila Formosa no lado leste de sampa, desde 2.000. Segundo Lincoln, o sentimento de paixão que poucas pessoas sentem por um time de bairro o motivou a fazer a tatuagem. Noroeste é um vício.

Foto/Arquivo Pessoal

 

Osvaldo Ferreira Barbosa, 41 anos.

Time: Classe A da Barra Funda – Acompanha o time desde os 15 anos de idade, jogou pelo time até os 38 anos e hoje é diretor. Fez a tatuagem por amor ao time, por conta própria, nada de promessa ou aposta, “gosto muito do time e já era (sic), é tudo na minha vida, praticamente a minha vida é aqui” diz Osvaldo.

Foto/Arquivo Pessoal

 

Thainan, 22 anos.

“Time de Guerreiros”

Time: Katados F.C do Jardim Iporanga – A jovem começou a acompanhar o time da zona sul em fevereiro deste ano. O motivo que a levou a tatuar no corpo o símbolo do time em tão pouco tempo de convivência? Ela diz “foi para prestar uma homenagem ao grande time que me chamou muito a atenção, no caráter ao incentivar o trabalho da torcida em equipe e cooperação pelas conquistas”, diz Thainan.

E ela afirma que independente da vitória ou da derrota estão lá, juntos com o time  sempre apoiando e dando força para seguir de cabeça erguida. Time de Guerreiros!

Foto/Arquivo Pessoal

Foto/Arquivo Pessoal

 

“Clone Divinéia”, 27 anos.

“Amor Incondicional”

Time: Inajar de Souza F.C – Morador da favela da Divinéia, zona norte de São Paulo, acompanha o time desde os 5 anos de idade. O que motivou Clone a tatuar o escudo do índio na pele foi o “Amor incondicional pelo G.R. Inajar de Souza F.C, pela sua torcida 1000 graus e pela melhor e maior bateria da várzea, a Fúria do Índio”

Foto/Arquivo Pessoal

 

Texto: Cléber Cunha.

Informações: Eduardo Lima.

 

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