PODCAST: Copa do Mundo no rádio é exercício de imaginação e paixão nacional

A Copa do Mundo é acima de tudo um evento de mídia. Em meio aos números de gols, faltas, cartões amarelos e vermelhos, são os números de difusão do mega-evento que impressionam. Já a Copa do Mundo no rádio guarda a história de gerações de apaixonados por futebol. Uma “caixa mágica” que pode ter influenciado um menino a se tornar campeão do mundo.

Josuá Barroso
Repórter do Time do Tas na cobertura da Copa da Rússia 2018. É jornalista formado pela Universidade de Uberaba e chefe de redação da Band Triângulo em Minas Gerais.

Crédito: Divulgação / Museu Seleção Brasileira / Facebook Oficial

Em 2014 quando a Copa aconteceu aqui no Brasil mais de um bilhão de pessoas assistiram a pelo menos um minuto da final entre Alemanha e Argentina. No total, quase três bilhões e quinhentas mil pessoas acompanharam os jogos realizados nas doze cidades-sede. O comunicado final da FIFA com os números do mundial ainda destacou o crescente público online.

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Paralelo a tamanho desenvolvimento tecnológico, o primeiro tipo de mídia a transmitir uma Copa do Mundo segue firme na missão de levar emoção e mexer com o imaginário de milhões de torcedores. A história da Copa do Mundo no rádio é patrimônio íntimo de muitos dos maiores talentos do futebol brasileiro em todas as áreas de campo – e até fora dele, de Pelé até Tite.

Time do Tas conversou com ícones do rádio brasileiro pra tentar descobrir qual é o segredo que mantém esse tipo de mídia viva nas transmissões de Copa do Mundo há décadas. Ouça no podcast.

Daniel Aloisio e Josuá Barroso para o Time do Tas