Processos, banco de reservas e críticas: os destaques da coletiva de D’Alessandro

Recuperado da lesão no tornozelo esquerdo, D’Alessandro já treina normalmente com o grupo do Inter no aguardo do retorno ao Brasileirão, dia 19 de julho, fora de casa, contra o Atlético-PR. Mas, nas coletiva de imprensa desta quinta-feira, o assunto menos tocado foi a preparação colorada. Outros temas marcaram a entrevista do jogador argentino.

Eduardo Caspary
Jornalista formado pela PUCRS em agosto de 2014. Dupla Gre-Nal.

Crédito: Foto: Site Inter

A começar pela denúncia que D’Ale fez à polícia sobre internautas que espalharam boatos nas redes sociais sobre a sua vida pessoal. Segundo o jogador, ele irá fazer isso todas as vezes em que “ultrapasarem os limites”.

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D’Ale também comentou a possibilidade de ficar no banco de reservas e disse que, mais uma vez, brigará por seu espaço no time. Vale lembrar que o colorado se mantém invicto desde a saída do argentino, primeiro por suspensão e depois por lesão. Neste período, foram oito jogos.

Processos:

“Dar publicidade a estes caras, não vou dar mais. Não esperava que fizessem essa pergunta. Responderei rápido e conciso. Há advogados e a polícia. Não me envolvo. Quem quiser falar, fala. Intimação e processo. Só preciso assinar um papel. Intimação e processo a partir de agora, quando passarem dos limites. Quando passam dos limites, graças a Deus encontramos uma maneira. Será isso. Não darei publicidade, mas gente insana, e gente que não tem moral nenhuma”.

 

Banco de reservas:

 

“Estou feliz pela sequência de oito jogos sem perder. O time conseguiu uma estabilidade boa. Ganhou fora, o que é importante no Brasileiro. Voltarei devagar. Respeitarei, como sempre fiz, o momento do grupo. Seguirei trabalhando. Tenho que respeitar. O treinador merece. Ele precisa seguir da maneira que tem trabalhado. Achou o equilibro nos últimos jogos. Trabalhar, seguir respeitando. Fiquei no banco contra o Palmeiras, no Gre-Nal, que não pude entrar. Sem reclamar e sem nada. Às vezes, falam “olha a cara do D’Ale”. Eu nunca reclamei. De fato, fui poucas vezes para o banco, mas por mérito meu”.

 

Críticas até de colorados:

 

“Escuto há 10 anos as coisas e sigo aqui. Continuo usando a mesma roupa colorada. Podem falar qualquer coisa do D’Alessandro, criticar o futebol dele. Mesmo sem jogar, pedem para eu não voltar ao time. Até esmo o torcedor do Inter. Isso faz parte, mas o que não faz é falta de respeito. Não reconhecer meu caráter, profissionalismo. Falar que D’Alessandro é baixinho, que tá magro, que é feio, mas duvidar do meu caráter, profissionalismo… aí entra em um terreno que preciso me defender”.

 

No treinamento da manhã, D’Ale marcou esse golaço por cobertura na atividade em campo reduzido:

 

 

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