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Régis cita dificuldades de adaptação a função de atacante no Bahia

Assim como tem acontecido desde o final da “Era Guto Ferreira”, o atual técnico do Bahia, Enderson Moreira, tem optado por escalar dois meias nas funções de atacantes, por conta das ausências de jogadores da posição. Um deles é o meio-campista Régis.

Victor de Freitas
Baiano, 25 anos, jornalista formado pela Universidade Jorge Amado (UniJorge). Apaixonado por esportes em geral, de preferência basquete, tênis e futebol. Contato: victorw10@outlook.com

Crédito: Felipe Oliveira/Divulgação/ECBahia

Devido aos atacantes lesionados do elenco do Bahia – Kayke, Edigar Junio e Júnior Brumado – Régis voltou a atuar como atacante, junto com Élber e Zé Rafael, nos dois últimos jogos. Ele admite que a atuação ofensiva foi abaixo da média na partida contra o Ceará e admite dificuldades para atuar nesta função.

“Nesse último jogo, a gente não teve um centroavante posicionado. A gente tem que se adaptar. Todos têm qualidade para exercer qualquer função dentro de campo. Claro que sente um pouco de dificuldade pela estatura, pela zaga do adversário ser um pouco mais alta. A gente tentou fazer o que o professor pediu. A gente sabe que ficou devendo, mas o mais importante foi a classificação. Independente de qualquer coisa, conseguimos o objetivo, que era chegar na final. Não fizemos o gol, mas buscamos a classificação”, disse o jogador tricolor.

O Bahia vai voltar a campo já na próxima terça-feira (03), pela partida de ida da final da Copa do Nordeste.