Expectativa x Realidade: fomos assistir o jogo do Brasil com Olodum e olha no que deu

“Que tal… que tal a gente ouvir só um pouquinho dos tambores do Olodum? Vai. Vem lá do fundo. Vem subindo. Vem trazendo o som. Alô Pelourinho!” A chamada é inconfundível. Galvão Bueno, da TV Globo, anuncia a participação do Olodum no pré-jogo da emissora. O jogo do Brasil com Olodum é tradição nas transmissões de Copa do Mundo. A ladeira histórica do “Pelô” lotada, os artistas contagiando a multidão. Mas será que por dentro é isso mesmo? O Time do Tas foi assistir a uma partida do Brasil por lá com a expectativa de encontrar a empolgação sem fim que parece haver ali.

Josuá Barroso
Repórter do Time do Tas na cobertura da Copa da Rússia 2018. É jornalista formado pela Universidade de Uberaba e chefe de redação da Band Triângulo em Minas Gerais.

Crédito: Banda Olodum Samba Reggae / Facebook Oficial

O giro pelo país que os telespectadores dos jogos são convidados a fazer jamais pode ser o mesmo se as câmeras não estiverem instaladas no Pelourinho em Salvador. Quem planeja mandar boas energias para a seleção brasileira a partir de lá, logo se prepara pra uma micareta, explosão de felicidade e cultura.

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Nossa equipe de reportagem foi até o Pelourinho para verificar se pelas ladeiras de Salvador a festa entrega o que promete na TV. O repórter do Time do Tas Daniel Aloisio saiu cedo de casa. Optou por ir de carro, com motorista conveniado a aplicativo, pra evitar o transporte público e não correr o risco de perder qualquer minuto do jogo junto do Olodum. Ao subir pelo Elevador Lacerda, ele se encontrou com a multidão. Veja na reportagem como é o jogo do Brasil com Olodum, por dentro.

 

Daniel Aloisio e Josuá Barroso para o Time do Tas