Veja 5 lições que o Palmeiras deve tirar da derrota para o Cerro Porteño

Palmeiras perde pela primeira vez com Felipão, sofre até o fim, mas está nas quartas da Libertadores. Veja 5 lições que a equipe deve tirar da derrota para o Cerro Porteño

Matheus Camargo
Colaborador do Torcedores.com.

Crédito: Cesar Greco/Agência Palmeiras

Aspectos a melhorar
Felipão chegou ao Palmeiras e estava há seis jogos invicto, mas mais que isso, seu time não havia levado gol até o momento. Tudo parecia perfeito na equipe, até o jogo da última quinta-feira (30). A classificação foi heróica se apenas o resultado final for isolado, mas a equipe fez um jogo sofrível. Os dois laterais sofreram com jogadores tecnicamente inferiores e deixaram espaços para cruzamentos perigosos à área.

Felipe Melo não pode sair impune
O principal responsável pela quase catástrofe palmeirense tem nome e sobrenome. Felipe Melo deve sofrer algum tipo de sanção, seja do treinador ou da diretoria, até mesmo dos próprios companheiros. O camisa 30, por muito pouco, não colocou um dos jogos mais fáceis do ano a perder.

Sem desdém
O jogo era um dos mais fáceis do ano por alguns motivos. Primeiro, pelo ótimo resultado conquistado no Paraguai, o que colocou o Palmeiras instantaneamente com uma mão na vaga; segundo, pela disparidade técnica visível entre as equipes. A equipe brasileira dominou o jogo com certa facilidade atuando fora de casa e poderia ter feito isso no Allianz Parque, porém, atuou com certo desdém – mesmo com um jogador a menos – e “acordou” para o jogo só após o gol do Cerro.

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Superação acima da técnica
Foi um jogo que mostrou o quanto é importante estar focado na competição e o quanto é fundamental correr para evitar fracassos. Uma derrota seguida de uma possível eliminação seria uma catástrofe de tamanhos inimagináveis no clube, mas não aconteceu pela determinação de alguns atletas em campo, como Willian disse na saída do gramado.

Saber sofrer
O Palmeiras não soube sofrer até o gol marcado pelo Cerro. Mesmo com a raça como elemento fundamental no duelo, a equipe se perdeu e não conseguiu segurar a bola, o que seria fundamental para controlar o jogador a mais da equipe adversária. Isso ficou claro nos números finais da partida, com os paraguaios ultrapassando o 70% da posse de bola.

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