Corinthians: Léo Santos destaca importância em ser polivalente, mas quer ter sequência na zaga

O zagueiro Léo Santos tem apenas 19 anos e em 2 temporadas como profissional do Corinthians já quebrou o galho em outras duas funções: volante e lateral-direita. Ele exerceu essa última, durante alguns minutos da vitória contra o Colo-Colo, na última quarta, pela Libertadores, quando Fagner deixou o campo com dores musculares.

Rafael Alaby
Rafael Alaby é jornalista diplomado pela FIAM (Faculdades Integradas Alcântara Machado), com passagens pela Chefia de Reportagem de Esportes, da TV Bandeirantes, em São Paulo e site KiGOL. Pós-graduado em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte (FMU)

Crédito: Foto: © Daniel Augusto Jr. / Ag. Corinthians

Em entrevista coletiva nesta sexta-feira, Léo Santos, que é ao lado de Carlos Augusto o mais jovem do elenco corintiano, ressaltou a necessidade em jogar em outras funções com qualidade, mas afirmou que prefere atuar em sua posição de origem.

“Importante ter a noção de jogar como volante e lateral. Aqui eu sempre falei. Sou zagueiro e espero ter sequência para questão de amadurecimento e poder mostrar mais. Como eu já disse. Tenho qualidade, consigo fazer a função de volante e lateral, mas quero ser aproveitado. Se for na minha posição de origem vai ser melhor“, disse.

Com a lesão de Pedro Henrique, Léo Santos deve ter oportunidade entre os titulares neste sábado, contra o Atlético-MG, na Arena, pelo Brasileirão. Para o zagueiro, a sua entrada qualifica a saída de bola corintiana.

“Minha qualidade técnica é que me diferencia dos outros,  não que os outros não tenham qualidade. Muito pelo contrário. Em questão de saída de bola, controle do jogo, fazer ligação direta para o Jadson, achar o segundo volante, posso ajudar muito nessa questão pela minha qualidade”, opinou.

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Neste sábado, o Corinthians comemora 108 anos de história. Questionado sobre a pressão da vitória no dia do aniversário, Léo garantiu que o time está focado nos três pontos para se aproximar na parte de cima da tabela.

“Amanhã o Corinthians completa 108 anos, mas a gente tem que saber dividir as coisas. Nosso foco é buscar os três pontos, até para nos aproximarmos do G-6 e também do G-4 e depois, se Deus quiser, vamos poder comemorar. O Corinthians sempre fez o melhor por mim, estou aqui desde muito novo, quero agradecer e comemorar”, afirmou.

Mudanças de Loss da base ao profissional

Léo conviveu por pouco tempo com o técnico Osmar Loss na base corintiana, mas garantiu que o comandante não mudou na forma de relacionar com os jogadores assim que foi confirmado como técnico do profissional a partir da saída de Fábio Carille, em maio.

“Não trabalhei muito com ele (na base). A ideia que ele passa aos jogadores, a forma de como gosta de jogar, não mudou nada. Pode ser o Cássio, Fagner ou outro jogador de menor expressão, ele vai conduzir da mesma maneira. É a mesma pessoa, impõe o mesmo ritmo, independente de quem seja. Eu acho isso muito bom. Não se sente inferior”, explicou.

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