Revista lista Palmeiras entre as 1.000 empresas com maior faturamento no Brasil

Um dos clubes mais ricos do futebol brasileiro na atualidade, o Palmeiras também se destaca fora das quatro linhas. Em lista feita pela revista Exame, uma das maiores da área de negócios, o clube palestrino aparece como uma das 1.000 empresas com maior faturamento no Brasil.

Victor de Freitas
Baiano, 25 anos, jornalista formado pela Universidade Jorge Amado (UniJorge). Apaixonado por esportes em geral, de preferência basquete, tênis e futebol. Contato: victorw10@outlook.com

Crédito: Divulgação

O ranking feito pela Exame foi divulgado na edição deste mês de agosto e conta com apenas dois clubes de futebol dentre as 1.000 empresas com maior faturamento. Além do Palmeiras, aparece o Flamengo nesta lista.

Presidente palestrino desde 2017, Maurício Galiotte destaca a importância de estar presente em um ranking como este, por demonstrar solidez financeira e uma administração eficiente.

“A presença do Palmeiras no rol das melhores e maiores empresas do Brasil comprova a solidez financeira que conseguimos alcançar graças a uma administração responsável, eficiente e moderna. O modelo de gestão que aplicamos no clube nos permitiu alavancar e diversificar as receitas, de modo que projetamos, hoje, uma curva contínua de evolução”, diz o presidente palmeirense.

A reportagem coloca o Verdão na 988º posição, destacando como pontos principais para o crescimentoi financeiro do clube a captação de patrocínios e o os valores recebidos com sócios-torcedores.

“As receitas de bilheteria e sócio-torcedor saíram de 35 milhões de reais, em 2014, para 121 milhões, no ano passado. A reboque veio um avanço na captação de patrocínios: 131 milhões de reais em 2017, ante 17 milhões em 2014. O clube paulista foi o que mais arrecadou nessas duas frentes”, diz um trecho da reportagem.

Em 2017, o Palmeiras fechou o ano com o faturamento recorde de R$ 503 milhões – 7,5% maior do que em 2016. Um dos destaques do clube é depender das cotas de TV como “apenas” 27% de seu faturamento anual, enquanto na maioria dos clubes corresponde a cerca de 40% das receitas.