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Diretor do Bahia explica saída de Régis para clube da Arábia Saudita

Nesta semana, o Bahia confirmou a transferência do meia Régis ao Al Wehda, da Arábia Saudita, por um contrato de empréstimo que o próprio jogador pediu que fosse aceito pela diretoria tricolor.

Victor de Freitas
Baiano, 25 anos, jornalista formado pela Universidade Jorge Amado (UniJorge). Apaixonado por esportes em geral, de preferência basquete, tênis e futebol. Contato: victorw10@outlook.com

Um dos responsáveis por recusar a primeira proposta árabe recebida por Régis, Diego Cerri falou sobre a saída do meia após a chegada de uma nova oferta. Segundo o diretor de futebol do Bahia, a cabeça do jogador mudou em poucos dias.

“Eu fui um dos que deu entrevista dizendo que o Régis ficaria até o final do ano. A cabeça do atleta mudou, ele tinha recebido essa proposta, a gente tinha conversado e ele mesmo tinha tomado a decisão de ficar. Estamos valorizando o projeto esportivo, claro que o financeiro é importante. É necessário gerar receita. Claro que vamos reinvestir para melhorar a equipe para tornar o clube sólido na parte esportiva. Ele acabou reconsiderando, nós tínhamos feito um acordo e isso gerou um pouco de mal entendido”, explicou.

Tema também comentado por Diego Cerri, o volante Luiz Henrique foi o último reforço contratado pelo Bahia para a temporada de 2018. Anunciado no último dia de inscrições para o Brasileirão, o meio-campista chega ao Esquadrão como uma “oportunidade de mercado”.

“Foi uma oportunidade de mercado. Só dá para fazer caixa se der certo na parte esportiva. Não somos clube pensando em lucro, pensamos em resultado. Às vezes você perder um jogador sem retorno é ruim. Claro que vão existir falhas, que não vamos acertar tudo. Mas estamos tentando acertar”, disse.

Sem Régis e sem tempo para contratar um substituto, o técnico Enderson Moreira promoveu o meia Ramires da base para o time profissional.