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Wagner não foi o único: relembre casos de jogadores que entraram na Justiça contra o Vasco desde a gestão Dinamite

Não é de hoje que o Vasco convive com problemas financeiros. O atraso nos pagamentos muitas vezes acarreta em ações na justiça que pedem para que o vínculo entre jogador e clube seja rompido. Além disso, alguns atletas também cobram os salários que não foram pagos e direitos trabalhistas que não foram pagos.

Bruno Romão
24 anos, jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba, amante da escrita, natural de Campina Grande e um completo apaixonado por futebol. Contato: bruno.romao.nascimento@gmail.com

Crédito: Paulo Fernandes/Vasco/Divulgação

O último caso foi o de Wagner. Alegando que o Vasco não cumpriu com a obrigação de pagar seus vencimentos, o meia foi até a justiça e conseguiu a rescisão. O pedido visava um acerto com o Al-Khor, do Qatar, clube que fez proposta pelo jogador. Diante da crise que assola o clube há tempo, Bruno Braz, repórter do UOL Esporte, listou os casos similares ao de Wagner.

Mas não foram apenas imbróglios envolvendo rescisão que fizeram jogadores acionarem a justiça contra o clube carioca. Muitos desejavam receber os valores atrasados e foram atrás dos direitos por meio de ações trabalhistas.

A lista contém Diego Souza, que entrou na justiça em 2015 cobrando R$ 5.3 milhões, mas nesse caso o Vasco saiu vencedor, em decisão realizada neste ano, e não precisou pagar o valor ao meia. O mesmo não aconteceu com Wendel, já que o clube foi condenado a pagar em 2015 quase R$ 10 milhões, referente a salários atrasados, luvas, direitos de imagem e premiações.

O zagueiro Douglas Silva cobrou, em 2016, R% 2.5 milhões de salários atrasados. No mesmo ano, Rafael Silva também entrou na justiça querendo receber R$ 600 mil reais, alegando não ter recebido férias, 13º salário e FGTS durante sua passagem na equipe.

Neste ano, além de Rafael Marques, que solicitou a cobrança de R$ 1 milhão, o caso que mais repercutiu foi o de Edmundo. O ex-camisa 10 do time conseguiu suspender todas as contas do clube por meio de penhora. Porém, um acordo foi selado e o pagamento de R$ 3.1 milhões foi acordado entre as partes.

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