Opinião: Black Ops 4 resgata a grandeza do Call of Duty

Lançado no dia 12 de outubro, o novo FPS resgata aspectos clássicos dos grandes CODs que fizeram sucesso na história dos games. Mantendo o multiplayer frenético e o clássico zombies, a Activision acerta em cheio ao integrar o Blackout, modo Battle Royale, ao Call of Duty.

Lucas Perillo
Editor de Games e e-Sports do Torcedores.com.

Crédito: Reprodução Youtube

O multiplayer conta com velhos conhecidos, como TDM, Kill Confirmed, Search and Destroy, mas inova com Controle e Assalto. No primeiro modo, a equipe atacante deve capturar dois objetivos, A e B. Já a equipe defensora deve proteger essas duas áreas, evitando as capturas. O diferencial é o número de vidas, cada time conta com 30 chances para completar o objetivo. Já Assalto lembra um pouco CS. No novo modo, o jogador começa com uma certa quantia em dinheiro e vai obtendo mais quando consegue kills. O principal objetivo é a extração de uma mala de dinheiro.

Já o modo zombies introduz novos personagens e uma nova história. Scarlett Rhodes, Diego Necalli, Bruno Delacroix e Stanton Shaw compõe a equipe que luta contra os mortos-vivos em Voyage of despair e IX. Para os saudosistas, Blood of the Dead também está no game. Claro, o modo zombies era apenas um easter egg, mas com tantas personalizações e uma grande história, alguns players sentem-se mais atraídos em combater as hordas de criaturas.

Por fim, o modo Blackout é a sensação. Em alta, o Battle Royale captura mais um game para o time. A aposta dos produtores foi arriscada, pois os CODs são conhecidos pelos close combats e mapas menores. Apesar de ir contra as origens do FPS, a inserção do modo vai em direção ao sucesso.

No geral, todas as características citadas fazem com que um jogador casual, ou até o mais “hardcore”, volte, ou pelo menos tente voltar a jogar uma das franquias mais famosas dos últimos anos.

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