Mais doido que o Lisca! Conheça a história do torcedor do Ceará que fez promessa e tatuou o técnico do Vozão

Torcedor do Ceará faz promessa e cumpre. Renato da Rocha fez uma promessa um tanto quanto inusitada, se o Vozão não caísse para a segunda divisão, ele tatuaria Lisca. O torcedor contou que já perdeu cinco empregos, por viajar para para acompanhar o Alvinegro.

Paulinho Cunha
São Paulino apaixonado, Twitteiro de plantão e corneteiro nas horas vagas. Pai do João Gabriel e do Miguel Calleri

Crédito: Arquivo Pessoal / Renato

A situação do Ceará não era das mais fáceis, mas tudo ocorreu dentro das expectativas. Após empate, contra São Paulo e Sport, o Alvinegro confirmou a vaga na elite do Brasileirão de 2019. E para Renato, promessa feita, é promessa cumprida.

Em entrevista ao globoesporte.com, Renato contou como foi, e diz que essa não foi sua única promessa ao longo dos anos:

“Dessa vez, eu pedi a Deus e prometi que, se o Ceará permanecesse, eu ia fazer a tatuagem. Mas já fiz outras promessas. Parei de fumar depois do título no Nordestão em 2015. Depois do jogo contra o Macaé em 2015, em que o Ceará não caiu para a Série C, raspei a cabeça e tatuei “Deus é fiel” no peito. No batizado da minha filha, deixei de ir e fui para o jogo. As fotos que minha filha tem do batizado nenhuma tem eu. Até hoje ela não me perdoa (Risos). Já fui de ônibus para São Paulo para ver Corinthians x Ceará, oito dias viajando (três para ir, três para voltar e dois lá)”. comentou.

PROMESSA PAGA

Foto: Arquivo Pessoal / Renato

“Se você quiser botar aí que eu amo esse cara (Lisca), pode botar aí. Muita gente chegou para dizer que eu era mais doido do que o Lisca quando eu fiz a tatuagem… Só às vezes (Risos)”.

Gratidão

“Eu só tenho a agradecer a ele (Lisca). Minha gratidão, fora Deus, é ele. 2015 ele já foi capaz de livrar a gente, agora isso. Em 2015, falei obrigado para ele. Se o visse de novo, falava obrigado por tudo. Eu acho que nenhum momento deixei de acreditar, fui para todos os embates aqui e seis jogos fora. Que ano que vem a gente tenha sorte. Às vezes, depende mais do que competência. As contratações criticadas, que todos achavam que iam dar errado, foram as que deram certo. Lisca, João Lucas, Felipe Jonatan e Arthur”. Finalizou.