Kleina fala em ‘último tijolinho’ para partida final da Ponte Preta na Série B

A vitória da Ponte Preta em cima do Coritiba na última terça-feira (13) na abertura da penúltima rodada do Campeonato Brasileiro da Série B deixou a Macaca na vice-liderança provisória da competição.E com a chance de definir sua volta à Série A na última rodada, em confronto direto diante do Avaí.

Victor Martins
Um homem que acredita ser jornalista, escritor e 'chato'. Decidam vocês qual será a opção escolhida.Formado na Universidade Metodista de São Paulo. No Torcedores desde 2016 ou algo parecido.

Crédito: Foto: PontePress

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O técnico Gilson Kleina afirmou que o time tem de conter a euforia por estar perto do acesso. Com uma autêntica ‘final’ pela frente, o treinador quer o time focado para o que chamou de ‘último tijolinho’ na ascensão da Ponte na reta decisiva da Série B.

“Agora, falta o último tijolinho. Vamos trabalhar porque esse tijolinho é muito preciso para nós. Oitava vitória que vale o ano, vale 2019, vale muito para a torcida e nós. É fazer de tudo para coroar esse trabalho espetacular que todos estão desenvolvendo. Tinha um momento em que dependíamos de outros times. Não deixar achar que está tudo certo. Vamos pegar uma Ressacada lotada, mas ao mesmo tempo ela vai invadir a ilha e a gente vai ter que dar a vida de novo. Faltam 90 minutos”, disse Kleina segundo o Globoesporte.com

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A chegada ao G-4 coroou um ascensão quase impossível da Ponte Preta, que chegou a ficar oito jogos sem vencer e praticamente fora do acesso. Desde que Kleina assumiu a Macaca, o time está invicto e ganhou, pouco a pouco, estas chances para poder jogar na última rodada pelo acesso.

“A gente resgatou também a força da camisa. A Ponte é forte em jogos decisivos. Uma coisa que cobrei muito é de que os jogadores tinham que entender o que é vestir a camisa da Ponte Preta. A gente foi duro porque não queríamos perder tempo. A partir dali a gente começou a se conhecer. Respeito todo e qualquer profissional, mas buscamos o simples. Posicionar jogadores onde tínhamos que posicionar. O poder de criação do time era muito pífio, vivia com bola longa, bola parada”, comentou.

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