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Leila Pereira estranha proposta de patrocinador dias antes da eleição e ironiza ajuda de Nobre

Conselheira com mais votos na história do Palmeiras, a empresária Leila Pereira, que também é dona da Crefisa e da Faculdade das Américas, patrocinadoras do clube, sempre fez questão de deixar claro que pretende renovar seu contrato de patrocínio com o Verdão. Agora, com a reeleição de Maurício Galiotte à presidência, a situação já parece estar bem encaminhada.

Danielle Barbosa
Jornalista. Escrevendo para o Torcedores desde 2014.

Crédito: Reprodução/Facebook Oficial Leila Pereira

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Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, Leila Pereira falou sobre o assunto e garantiu que a proposta de renovação pode ser igual ou superior a do atual contrato – R$ 78 milhões. “Ainda vou conversar com o Maurício, mas uma coisa eu digo: não vou diminuir o valor”, disse a empresária.

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Leila também falou sobre a possibilidade de ter que disputar a vaga de patrocinadora do clube com uma outra empresa, apresentada por Genaro Marino, candidato da oposição, apoiado por Paulo Nobre e que foi derrotado por Galiotte na eleição presidencial. A conselheira do Verdão admitiu que recebeu a notícia com estranheza.

Esse mesmo candidato (Genaro Marino), na época em que eu me tornei patrocinadora do Palmeiras, era vice-presidente do Paulo Nobre. Na época eles não conseguiram nenhum patrocínio. Eu bati na porta do Palmeiras e falei que gostaria de patrocinar o clube. Acho estranho que 3 ou 4 dias antes da eleição, apareça um papel falando que tem um patrocinador”, ironizou Leila Pereira.

Vale lembrar que Genaro Marino explicou que a empresa internacional interessada em patrocinar o Palmeiras caso a Crefisa deixasse o clube foi apresentada pelo ex-presidente Paulo Nobre.

A dona da Crefisa admitiu que pode deixar de patrocinar o clube se não conseguir cobrir uma nova proposta de patrocínio. “O clube tem que fazer o que for melhor para ele. É óbvio que se houver um patrocinador que pague mais e eu não consiga cobrir a oferta, eu abro mão, com dor no coração. Meu desejo é continuar no Palmeiras para o resto da minha vida, mas o Palmeiras tem que fazer o que é melhor para ele. Eu continuaria contribuindo de outra forma, porque eu não vou sair do clube. Mas não sei que empresa é essa. Acho que aquilo foi para conturbar”, completou.

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