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Nos EUA, atleta é obrigado a cortar dreadlocks antes de luta olímpica; árbitro é acusado de racismo

Um caso polêmico aconteceu numa competição de wrestling (luta olímpica) dos Estados Unidos. Nesta semana, um árbitro proibiu o início de uma luta por conta do corte de cabelo de um dos lutadores. Logo o juiz em questão passou a sofrer acusações de racismo mundo afora. Pior: descobriu-se que outras atitudes semelhantes já aconteceram com o mesmo profissional.

Willian Ferreira
Colaborador do Torcedores.com e contador de histórias do esporte.

Crédito: Twitter/Reprodução

A competição aconteceu nesta semana, no estado americano de New Jersey (Nova Jérsei). Andrew Johnson era um dos envolvidos na luta e entrou com uma proteção em seu cabelo, cheio de dreadlocks. Alan Maloney, árbitro da luta em questão, não gostou. Mais do que isso: impediu que a luta começasse até que o cabelo do lutador não fosse cortado. Para muitos, uma atitude que evidencia racismo. Johnson não pareceu nada satisfeito com a determinação do árbitro, mas acabou cedendo. Por fim, venceu o combate.

Veja abaixo o vídeo que mostra os dreadlocks no cabelo de Andrew Johnson sendo cortados:

Alan Maloney está suspenso preventivamente e a Associação de Esportes Interescolares de New Jersey informou que está investigando o caso. Em 2016, de acordo com a publicação de um jornal, Maloney fez comentários racistas em relação a um companheiro de profissão durante uma discussão.

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