Sandro Forner, novo auxiliar do São Paulo, tem Série C e demissão por “pressão das redes sociais” no currículo

O São Paulo anunciou na tarde desta quinta-feira (06) a contratação de um novo auxiliar técnico. Trata-se de Sandro Forner, que atuou até abril como técnico efetivo do Coritiba. Ele chega para ser auxiliar de André Jardine e para integrar a comissão técnica do clube, que também teve a volta de Carlinhos Neves. A história profissional do paulista de Amparo, porém, tem passagens curiosas.

Willian Ferreira
Colaborador do Torcedores.com e contador de histórias do esporte.

Crédito: Coritiba FC/Divulgação

Como atleta, Sandro Forner foi zagueiro. Revelado pela Ponte Preta em 1989, teve destaque nas categorias de base. Disputou o Mundial Sub-17 em 1987 e o Sub-20 em 1989. O atleta atuou, também, em ABC, Coritiba, Fluminense, Joinville, Lages e Paranavaí até encerrar sua carreira no Galo Maringá, em 2006. No Tricolor, integrou o elenco entre os anos de 1999 e 2000. Ou seja: o defensor foi um dos que disputou a Série C com o Flu em 1999 e conseguiu voltar à principal divisão nacional em 2000, por conta da Copa João Havelange.

Começou a carreira em comissões técnicas no J Malucelli, em 2007 – que se tornou o Corinthians Paranaense em 2009. Depois, passou por Atlético-PR e pelas categorias de base do Coritiba, clube em que teve destaque. Tanto que, no Coxa, tornou-se técnico do time principal no começo de 2018. Ele comandou a equipe que foi vice-campeã do Campeonato Paranaense, perdendo a decisão para o time de aspirantes do Furacão. Ao perder o primeiro jogo do clube na Série B, para o Sampaio Corrêa, foi demitido logo na estreia da competição.

No Campeonato Paranaense de 2018, Sandro Forner teve 43% de aproveitamento. Perdeu seis jogos, sendo dois para o rival Furacão e para equipes de menor expressão, como Maringá e Foz do Iguaçu. Também foi eliminado na terceira fase da Copa do Brasil, pelo Goiás. Apesar disso, em entrevista ao programa “Conversa de Boteco”, da TV Bandeirantes de Curitiba, disse entender sua demissão.

Na ocasião, Forner isentou o presidente Samir Namur de culpa. Para ele, o que o levou ao insucesso foi a pressão da torcida por redes sociais.

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