Jonathan Aguiar, goleiro do Inter-SM, comenta sobre inspiração por ex-goleiro do Palmeiras e seus objetivos em 2019

Ao longo da história do futebol brasileiro muitos grandes goleiros foram apresentados aos torcedores. Como não se lembrar das defesas de Dida, Rogério Ceni, de Marcos ex-Palmeiras, Taffarel e tantos outros gênios que com maestria jogaram na posição. Esses atletas influenciaram outros jogadores, como é o caso de Jonathan Aguiar, atualmente no Inter de Santa Maria.

Otávio Silva
Colaborador do Torcedores.com que ama o futebol gaúcho.

Crédito: Divulgação/Inter de Santa Maria

Jonathan nasceu em 1995, na cidade de Florianópolis, em Santa Catarina. Começou sua carreira no Avaí, mas foi um ex-jogador do Palmeiras que influência e muito o atleta. Marcos, que por anos defendeu com honra a camisa do time paulista é uma das tantas inspirações do goleiro do Inter de Santa Maria. Ele conversou com a gente e contou sobra a expectativa para a próxima temporada e sobre a sua carreira.

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o goleiro começou a sua carreira atuando pelas categorias de base do Avaí. Ficou de 2009 até 2014 no elenco do clube catarinense. Em 2010 por exemplo o time principal tinha no elenco Renan, que logo depois iria se transferir para o Corinthians. “Eu comecei no Avaí, fiz minha base praticamente toda ali, de 2009 até 2014, depois sai e fui para o Concórdia, da segunda divisão de Santa Catarina”, afirmou Jonathan Aguiar ao ser perguntado sobre o início da sua carreira.

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Em 2015 vestiu a camisa do Concórdia, equipe que naquele momento disputava a segunda divisão do Estado. O time acabou ficando na sétima colocação, não conseguindo o acesso para a Série A do catarinense. As boas atuações acabaram despertando naquele mesmo ano o interesse do Santa Catarina, clube que disputava a terceira divisão. Com o time acabou sendo quarto colocado na competição.

A situação do arqueiro começou a mudar em 2016. Foi anunciado pelo Prudentópolis e levou o time ao acesso para a primeira divisão do Estado. No ano seguinte foi anunciado pelo Inter de Santa Maria, onde por bem pouco não levou o clube colorado para a primeira divisão do Gauchão. O atleta que nessa temporada voltou para o time de Santa Maria. “Foi uma passagem boa, onde a gente quase conseguiu levar o time para a primeira divisão, O que me trouxe para cá novamente foi o planejamento e a estrutura que é muito boa. É um clube de bastante torcida, que enche o estádio. Espero que esse ano a gente consiga o acesso,” complementou o jogador.

Antes de voltar para Alvirubro, o jogador teve uma passagem pelo Toledo, time paranaense. Pelo clube disputou o tradicional clássico da soja e foi muito importante na temporada que passou por lá. Um dos momentos marcantes foi a defesa de um gol, que ele comentou com a reportagem do Torcedores. “Uma defesa marcante foi no clássico da Soja, Toledo x Cascavel. O jogador bateu escanteio, deu uma testada a queima roupa e eu fiz a defesa.”

A experiência anterior no clube paranaense também mostrou uma diferenciação entre o futebol praticado em ambos os estados. Jonathan Aguiar também comentou sobre esse fator e apontou os principais fatores que diferem do esporte praticado no Rio Grande e no Paraná. ” O que eu vejo de diferente é que no Rio Grande do Sul o jogo é mais pegado e bastante bola área, bastante imposição física e no Paraná é um jogo mais solto, com bastante finalização de longa distância.”

Para ser um grande goleiro, precisa se ter boas referências, assim como em diversas áreas e para Jonathan não foi diferente. Um dos nomes que ele mais admira é o de Marcos, atleta que é ídolo da torcida palmeirense. ” Eu acho ele um cara sensacional, uma baita índole. É um goleiro simples, que não se complica e eu acho que goleiro tem que ser assim. Não precisa ser nada espalhafatoso. Fora que ele era um cara decisivo, ganhou praticamente tudo,” admitiu Aguiar.

O goleiro falou sobre um momento que seria especial caso aconteça, que seria uma defesa importante que garantisse a equipe de Santa Maria na primeira divisão. “Seria o jogo do acesso, com o Presidente Vargas lotado, fazer uma defesa que ajude o Inter de Santa Maria a ir para a primeira divisão, eu acho que ficaria marcado para o resto da minha vida.”

“Tudo é especial e só quem é goleiro sabe qual é a sensação. A pessoa já nasce goleiro, não tem como. Eu desde moleque eu quis ser goleiro,” falou o jogador a ser questionado sobre os motivos que levaram ele a escolher a posição. Ele ainda completou: “Nasci para fazer isso e espero atingir meus objetivos na carreira.”

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