Thiago Braz recebe patrocínio de R$ 1,2 milhões da Caixa

A CBAt (Confederação Brasileira de Atletismo) publicou um documento em seu novo site que revela que o campeão olímpico do salto com vara, Thiago Braz, tem um contrato de patrocínio com a Caixa Econômica Federal no valor de R$ 1,2 milhões, válido por quatro anos. O atleta recebe R$ 300 mil por ano.

Alex Silva
Colaborador do Torcedores

Crédito: Wagner Carmo/CBAt

Segundo o documento publicado, o acordo firmado entre o atleta e a Caixa começou no dia 01 de junho de 2017 e será encerrado no dia 31 de dezembro de 2020.

As publicações também revelam que a confederação tem um contrato de patrocínio com o banco estatal no valor de R$ 60 milhões, também válido por quatro anos. A CBAt recebe anualmente da Caixa R$ 15 milhões.

De acordo com o blog “Olhar Olímpico”, a informação sobre o contrato de Thiago Braz causou um certo rebuliço entre treinadores e atletas. Eles reclamam, pois atletas de destaque ganham menos pelo mesmo tipo de contrato.

O contrato inclui a cessão e direitos de imagem,uso de nome e apelido esportivo, comparecimento em eventos solicitados pela empresa, além do uso da marca em uniformes em competições, incluindo divulgação e publicidade.

O valor recebido por Thiago Braz, chega a ser quase 15 vezes maior do que o recebido por Caio Bonfim, que foi medalhista de bronze no mundial em 2017. O atleta da marcha atlética recebe R$ 45 mil a cada dois anos, o que dá aproximadamente R$ 1,8 mil por mês.

Atleta do salto triplo, Almir Júnior recebe por volta de R$ 60 mil a cada 24 meses. O valor é 10 vezes menor do que o recebido por Thiago, que no mesmo intervalo de tempo ganha R$ 600 mil. Almir foi vice campeão do mundial Indoor do ano passado.

Vitaly Petrov, ucraniano que foi técnico de Thiago, também foi beneficiado pelo contrato de imagem. Segundo as informações, ele tem um contrato de R$ 200 mil com a CBAt, por um período de dois anos. Hoje, Petrov é apenas consultor da confederação.