Ação ajuizada no Tribunal de Justiça pede bloqueio de R$ 12 milhões do Cruzeiro

A Minas Arena, empresa que administra o Mineirão, ajuizou uma ação no Tribunal de Justiça de Minas Gerais, solicitando o bloqueio no valor de R$ 12 milhões do Cruzeiro, referentes ao pagamento de despesas dos jogos realizados no Gigante da Pampulha entre os anos de 2016 e 2017, época em que o clube era administrado por Gilvan de Pinho Tavares. As informações foram divulgadas pelo portal Hoje em Dia.

Ramon Lopes
Foi editor do semanário BolanoBarbante, apaixonado por esportes, entusiasta das corridas de rua e dos jogos de tênis.

Crédito: Vinnicius Silva/Cruzeiro/divulgação

Segundo a 25ª Vara Cível da Comarca de Belo Horizonte, a Minas Arena cobra o repasse de despesas como o fornecimento de água, energia, segurança, além do custeio de transporte e alimentação destinados à polícia. A ação ainda cita que várias notificações foram feitas ao Cruzeiro durante o período de 2016 e 2017, mas nenhuma delas obtiveram sucesso.

Vale lembrar que, o Cruzeiro já é réu em uma ação em que a própria Minas Arena cobra o montante de R$ 10 milhões pelas despesas dos jogos realizados entre 2013 e 2015.

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O imbróglio entre Minas Arena e Cruzeiro começou após a disputa da final da Copa Libertadores em 2013, quando o Atlético bateu o Olímpia e conquistou o título inédito da competição. Na ocasião, o arquirrival da Raposa não pagou as despesas, já que a data era do Governo de Minas. Desta forma, a diretoria celeste entendeu que, pelo contrato de fidelidade junto a administradora do estádio, a Raposa passaria a ter o mesmo direito.

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