Ex-jogador do Vasco é ídolo no Japão e afirma : “Fico feliz quando nomes como Leandro Damião e Jael chegam na Liga”

Em 2013 o jogador chegou no futebol japonês e logo em seguida conquistou uma importante carreira no futebol local. Chegou a voltar para o Brasil para vestir as camisas de Salgueiro e Fortaleza, mas sua vida estava mesmo no futebol nipônico. O atleta que tem passagens por Vasco, Atlético-GO e Vila Nova.

Otávio Silva
Colaborador do Torcedores.com que ama o futebol gaúcho.

Crédito: Divulgação/Hiroshima

O jogador foi revelado pelo Democrata, depois passou pelo Americano e Mixto, para ai ser anunciado como reforço do Vasco. Um tempo depois acabou indo para o Japão, onde vestiu a camisa de grandes clubes. No país passou por Kawasaki Frontale, Ventforet Kofu, Gamba Osaka e  Sanfrecce Hiroshima, onde se encontra atualmente.

Você conhece o canal do Torcedores no Youtube? Clique e se inscreva

Patric que conversou sobre as chegadas de grandes jogadores no futebol local e também sobre as expectativas para a próxima temporada da J-League.”Espero um ótimo ano para nossa equipe. Ganhamos reforços, jovens da base subiram e tivemos muito tempo para treinar. A liga será muito difícil, com equipes que se estruturaram e vão brigar. Mas mantenho a certeza que vamos alcançar uma grande posição no fim do ano,” afirmou o atleta.

Duas equipes são apontadas pelo jogador como favoritadas. O Kawasaki, atual campeão, conta com Maguinho e Leandro Damião, já o Vissel Kobe tem Iniesta no time. “O campeão da temporada passada, o Frontale, é um time que mantém sua forma de jogo, equipe reforçada e entrosada. É um favorito, assim como o Kobe, que trouxe jogadores da seleção japonesa e gente de fora. Contra estes, teremos que mostrar nossa evolução,” completou o atleta.

Maguinho, Damião e Jael se juntaram ao futebol do Japão nesta temporada e este também foi um ponto destacado pelo destaque do Hiroshima. “Fico feliz quando nomes como Leandro Damião e Jael chegam na Liga para rivalizar na busca por gols. Isso faz todos melhorarem. A concorrência é muito bom  para crescer. Mas o futebol japonês tem suas particularidades e há muitas dificuldades para se fazer gols. Mas acho ótimo que terei estes nomes para incrementar o meu futebol, mas confio muito no que venho trabalhando”, finalizou.

Patric que aos 31 anos espera estar presente na Copa América no Brasil, só que vestindo a camisa do Japão, país que se diz bastante adaptado.

Saiba mais:

Em novo desafio no Japão, Anderson Lopes mira títulos com novo clube