Presidente do Bahia faz críticas à arbitragem estadual e cobra ‘mais vontade’ ao time sub-23

No terceiro jogo disputado com uma equipe alternativa em 2019, o Bahia volta a decepcionar. Após empate com o Fluminense e derrota para o Bahia de Feira, nesta quarta-feira (06) a equipe ficou no 1 a 1 diante do Atlético de Alagoinhas.

Victor de Freitas
Baiano, 25 anos, jornalista formado pela Universidade Jorge Amado (UniJorge). Apaixonado por esportes em geral, de preferência basquete, tênis e futebol. Contato: victorw10@outlook.com

Crédito: Felipe Oliveira / EC Bahia

O empate em Alagoinhas foi marcado por erros de arbitragem e por mais um desempenho abaixo da média por parte do “segundo elenco” tricolor e também não agradou ao presidente Guilherme Bellintani, que fez cobranças aos jogadores, além de críticas pesadas à arbitragem do jogo desta noite.

“É uma pena que além do mau futebol, uma arbitragem de nível baixíssimo. É uma vergonha que vimos hoje. Um árbitro sem poder sobre o jogo, sem capacidade de fazer escolhas certas no momento certo. Mudou significamente o resultado do jogo. Não tem a menor capacidade de apitar um jogo profissional”, disse, à Metrópole FM.

“Isso não tira nossa responsabilidade de fazer um futebol melhor. Temos que rever o nosso jogo, ver o que está faltando e acho que está faltando muito para apresentar um bom nível. Precisamos honrar a camisa do clube. Está faltando intensidade e vontade”, completou o dirigente tricolor.

As críticas para a arbitragem acontecem por erros cometidos no segundo tempo, em lances aos 15 e 16 minutos. Matheus Silva caiu na área após receber um toque por trás e nada foi marcado. Em seguida, Clayton salvou uma bola em cima da linha, dando assistência para gol de Caíque. Porém, foi marcado saída de bola.

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Apesar de admitir insatisfação com o desempenho da equipe B, Bellintani explica a escolha pelo time sub-23 e cita a necessidade de utilizá-lo. Porém, volta a ressaltar a necessidade de honrar a camisa tricolor.

“O campeonato não chegou nem na metade. A gente sabia que a escolha do sub-23, a gente faz a escolha que tem dores. Hoje, especialmente, jogo véspera da Sul-Americana. Se é esse o calendário, a gente tem que fazer isso, ou toma W.O. Mesmo quando colocamos o sub-23, é preciso honrar a camisa”.

Pelo Baiano, o Tricolor vai voltar a jogar no domingo (10), contra o Jacobina. Mas, antes disso, o jogo mais importante deste início de ano vai ser disputado às 18h15 desta quinta-feira (07), na Fonte Nova, contra o Liverpool-URU.

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