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Virada histórica, prorrogação e muita emoção: veja 6 fatos dos jogos da Liga dos Campeões desta quarta (6)

A Liga dos Campeões contou duas histórias distintas nesta quarta-feira. Em Paris, PSG x Manchester United protagonizaram uma virada histórica dos ingleses. Em Portugal, Porto x Roma fizeram jogo corrido, muitas chances, mas prorrogação arrastada. Veja 5 fatos de ambas as partidas.

Matheus Camargo
Jornalista formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), colaborador do Torcedores.com desde 2016, radialista na Paiquerê 91,7.

Crédito: Reprodução/Twitter/Manchester United

Muito VAR
O árbitro de vídeo (VAR) foi o grande protagonista do dia de Liga dos Campeões. O VAR resolveu os dois jogos – em dois lances marcados corretamente segundo as regras – e ajudou na classificação de Manchester United e Porto. Em ambas as partidas o vídeo anotou pênaltis, sempre nos minutos finais, e em lances que o árbitro ignorou em campo.

Lukaku, o tanque
O capítulo 1 dos jogos desta quarta-feira (6) se deu quando Lukaku abriu o placar em Paris. O camisa 9 do Manchester United fez 1 a 0 aos dois minutos de jogo e acendeu a luz amarela para o PSG, que venceu por 2 a 0 na ida em pleno Old Trafford.

Quando Bernat deixou tudo igual e o Manchester precisava de mais dois para empatar, tudo parecia impossível. Eram nove desfalques, um meio campo cheio de jovens e todas as adversidades de entrar em campo como visitante. Porém, mais uma vez Lukaku, após falha de Buffon, aproveitou o rebote e fez 2 a 1.

Garotada que resolve
Lukaku marcou duas vezes, o United chegou à virada, mas tudo isso só foi possível porque os jovens jogadores comandados por Ole Gunnar Solskjaer foram valentes. Um meio-campo formado por Fred, McTominay e Andreas Pereira realmente criou pouco, mas não deixou com que o time milionário do PSG os engolissem.

No segundo tempo, o treinador do United ainda mandou a campo jovens como Chong, 19, e Greenwood, 17, além de Dalot, 19, que finalizou a bola na mão de Kimpembe no lance crucial da partida.

PSG fracassa mais uma vez
Pode-se facilmente classificar como um fracasso o que acontecem em Paris para os donos da casa. É bem verdade que o time não contou com Cavani e Neymar, mas o Manchester United não tinha nove jogadores, incluindo os badalados Pogba e Sanchez.

Além de tudo, o elenco dos franceses consegue repor melhor suas faltas do que os ingleses, que mandaram a campo uma série de jogadores com nenhuma experiência internacional. A imprensa local havia publicado que uma eliminação para o United seria um fracasso pior que o 6 a 1 sofrido para o Barcelona há algumas temporadas, também na Liga dos Campeões. E foi.

Roma querendo pênaltis
A Roma chegou a Portugal com a vantagem de ter vencido por 2 a 1 na partida de ida, mas enfraquecida após ter levado um sonoro 3 a 0 da Lazio, sua maior rival na Itália, na última rodada da Serie A.

Nem a própria Roma esperava uma pressão tão contundente do Porto, que abriu o placar aos 26 minutos com Tiquinho e só não decidiu no primeiro tempo porque Olsen salvou os italianos. Um pênalti bobo marcado ainda no primeiro tempo e uma batida perfeita de De Rossi deram ainda mais tranquilidade, mas Marega fez 2 a 1 no segundo tempo e o jogo foi para a prorrogação.

Nos 30 minutos extras, a Roma deixou claro a todo o momento que estava satisfeita com o resultado, rifou bolas e chegou apenas em bolas paradas esporádicas.

Reprodução/Porto

Brasileiros decidem e Porto está nas oitavas
Um grande jogo do Porto em casa, 2 a 1 no tempo normal e decisão no tempo extra. Mas a história de superação da equipe portuguesa foi escrita por dois nomes brasileiros nos gols e por outros dois na defesa.

Tiquinho Soares e Alex Telles fizeram o primeiro e o terceiro gols do Porto, respectivamente, e garantiram a classificação para as quartas da Liga dos Campeões. Atrás, a zaga formada por Pepe e Felipe fizeram partida perfeita e seguraram o ataque italiano.

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