Fórmula E: Após vitória em Sanya, Vergne elogia reação da DS Techeetah

Atual campeão da Fórmula E, o francês Jean-Eric Vergne finalmente venceu a sua primeira corrida nesta temporada, ao cruzar em primeiro a linha de chegada do ePrix de Sanya, e desta forma, a DS Techeetah pôde fazer a festa em casa.

Rodrigo Nascimento
Colaborador do Torcedores.com, amante dos esportes americanos e do automobilismo.

Crédito: Divulgação/Fórmula E

Foram vinte provas consecutivas marcando pontos, e de repente, um jejum. Essa era a sina de Jean-Eric Vergne antes do ePrix de Sanya, etapa da 5ª temporada da Fórmula E que foi realizada nesta sábado (23).

O piloto da equipe chinesa DS Techeetah é o atual campeão da Fórmula E, e apesar de ter pontuado nas duas primeiras etapas desta temporada, ficou de fora dos pontos nas três corridas seguintes. Mas tudo mudou neste fim de semana.

Após ter largado em segundo, Vergne se manteve na cola do líder da prova, o britânico Oliver Rowland da Nissan e.Dams, e soube escolher a hora certa para atacar e tomar a liderança do rival. A partir daí, o francês conseguiu se defender e venceu e colocou a DS Techeetah no lugar mais alto do pódio, na corrida de casa.

“É nossa primeira vitória como essa nova equipe, DS Techeetah. Fico feliz por trazer essa vitória para a DS. Sempre é difícil quando você está começando algo. Depois de 20 corridas na zona de pontos, passar três sem pontuar é muito difícil. Falando por mim, não consegui dormir muito bem de Hong Kong para cá, mas seguir como uma equipe unida e trabalhar com o objetivo de ir em frente é algo que foi recompensado hoje. Não poderia estar mais feliz com o trabalho que fizemos”, declarou Jean-Eric Vergne, vencedor do ePrix de Sanya.

JEV (como é conhecido o piloto francês) também comentou a ultrapassagem sobre Rowland: “Ele [Rowland] é um cara difícil de ultrapassar. Estava mudando um pouco de trajetória, algumas vezes muito, mas corridas são assim e você joga de acordo com as regras. Eu vi que só havia uma curva para atacar. Tentei em muitas outras curvas, mas em todas as voltas eu tinha que tirar o pé muito cedo, então não conseguia ficar tão próximo. Teve uma hora até que o António [Félix da Costa] tentou me passar. Quando chegou a hora [de passar o Rowland], eu só fui, e acho até que o peguei de surpresa, porque ele estava vendo que eu sempre estava tirando o pé muito cedo.”