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Programa Bolsa Atleta terá aumento de recursos segundo ministro, diz blog

A saída da Caixa Econômica Federal do futebol, encerando o patrocínio a vários clubes brasileiros de futebol, incluindo Corinthians e Flamengo, tem uma justificativa. Segundo o ministro da Cidadania Osmar Terra (MDB-RS), o investimento será transferido para aumentar os recursos do programa Bolsa Atleta. A informação é do “Blog Olhar Olímpico”, do UOL.

Gustavo Militão
Jornalista de Recife-PE, apaixonado por esportes.

Crédito: Reprodução/YouTube

Terra afirmou que já se reuniu com os presidentes de todas as estatais do governo federal, como BNDES, Petrobras e Eletrobras. O ministro cobrou um remanejamento nos investimentos em esporte, para que o dinheiro seja aplicado no Bolsa Atleta. Portanto, o acordo da Petrobras com a escuderia McLaren na Fórmula 1 para o desenvolvimento de combustíveis para a equipe, deve ser encerrado.

“Conversei com praticamente todos os presidentes de estatais, só não falei com Correios. Falei com as maiores empresas e eles já estão inclusive cortando. Não sei se tem aqui torcedor do Flamengo. Cortamos patrocínio do Flamengo. A Caixa cortou patrocínio do Flamengo [risos]. Esse recurso vai nos ajudar no Bolsa Atleta. Precisamos recompor o valor do Bolsa Atleta e até aumentar”, afirmou em uma audiência na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado nesta terça-feira (19).

A “recomposição” dos investimentos no Bolsa Atleta é tratada como prioridade para o ministro, cuja pasta responde pelas áreas de Esporte, Cultura e Desenvolvimento Social. No fim do mandato do então presidente Michel Temer (MDB), houve uma drástica redução na lista de beneficiados. Cerca da metade dos beneficiados foram excluídos do benefício. Principalmente atletas da base.

“Nossa meta é chegar a R$ 100 milhões, esse ano ainda, para aumentar a oportunidade”, disse Terra. Apesar de o valor ficar ainda abaixo do que era investido no programa em 2017. Naquele período, o governo destinava cerca de R$ 140 milhões ao ano ao Bolsa Atleta.

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