Veja como a imprensa analisou a vitória do Corinthians sobre o Santos: “A semifinal está aberta”

Em jogo de ida das semifinais do Campeonato Paulista, o Corinthians venceu o Santos por 2 a 1 neste domingo (31), na Arena do Corinthians. Após o confronto, a imprensa brasileira analisou o clássico e o Torcedores.com selecionou os principais comentários.

Dayvidson Soares
Jornalista, com passagens por Globoesporte.com, Lance! (Craque do Futuro) e Jornal Gazeta de Alagoas. Apaixonado por futebol e boas histórias.

Crédito: Reprodução/ Fox Sports/ Youtube

O Timão abriu o placar com o zagueiro Manoel, o Santos chegou ao empate com Derlis Gonzáles, mas Cleyson fez o gol que garantiu a vitória do Corinthians.

Confira como a imprensa analisou a vitória do Timão: 

PVC: “O Corinthians não marcou por pressão. Não tanto quanto fez no jogo da fase de classificação. Atrasou mais a marcação, usou a bola parada, sua marca registrada, e o jogo aéreo. Venceu. Assim como Carille mudou o estilo dó Corinthians para, desta vez, vencer o Santos de Sampaoli, o técnico argentino vai tentar transformar sua equipe para surpreender o Corinthians semana que vem. A semifinal está aberta”.

Neto: “Casa cheia em Itaquera para o primeiro jogo das semifinais do Paulistão 2019 (ou Paulistinha, para alguns!). Logo no começo, antes dos 10 minutos, o duelo ficou quente com os gols do Manoel e do Derlis González. Por sinal o gol do paraguaio saiu em uma falha feia do Cássio, que praticamente colocou a bola na cabeça do atacante santista. Ainda na etapa inicial o Clayson recolocou o Timão na frente. Resultado de 2 a 1 que fechou o clássico. E digo sem medo de errar que o camisa 25 foi realmente o craque da partida. É habilidoso, imprevisível e sabe segurar bem a bola”.

Menon: “O Santos não foi ofensivo porque não tem um centroavante. Um pouco. Mas, principalmente pela postura do Corinthians. O time de Carille fechou bem os lados, impedindo bom trabalho das duplas Cueva e Jean Mota e Sanchez e Ferraz. Foi surpreendido pela falha de Cássio, que permitiu o empate, e se manteve como sempre: fechado, sem dar chances e com contra-ataque. Não foi uma maravilha, mas foi uma vitória. Cabe a Sampaoli fazer seu time ser mais afetivo”.

Fox Sports

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