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Dedé projeta estreia contra o Flamengo e analisa possibilidade de reencontro com Arrascaeta

O Cruzeiro visita o Flamengo neste sábado (27), no Maracanã, às 21h, no duelo válido pela primeira fase do Campeonato Brasileiro. Para o compromisso de estreia na competição, existe a expectativa do reencontro celeste com Arrascaeta, pivô de uma grande polêmica à época da transferência para o Rubro-Negro.

Ramon Lopes
Foi editor do semanário BolanoBarbante, apaixonado por esportes, entusiasta das corridas de rua e dos jogos de tênis.

Crédito: Vinnicius Silva/Cruzeiro/divulgação

“Companheiro não é mais. É um amigo pessoal que temos, mas é um adversário. Quando entro em campo, vou defender, como falei, a camisa do Cruzeiro, independentemente de quem esteja lá. Tenho outros amigos lá, como o Everton Ribeiro, um cara que gosto, brinco, falo com ele quase todos os dias. Mas ele veste a camisa do Flamengo e eu a do Cruzeiro. Somos profissionais. Dentro de campo não tem amizade. Quando a gente fala assim, o pessoal acha que vamos bater ou fazer algo desleal (risos). Não! É com lealdade, mas fazendo de tudo para o Cruzeiro sair com a vitória”, afirmou Dedé em coletiva de imprensa.

Segundo o zagueiro da Raposa é de extrema importância o time começar bem no Campeonato Brasileiro, competição que, para Dedé, não foi deixada de lado na temporada passada, porém, devido ao calendário apertado, as coisas não aconteceram como se esperava.

“No ano passado não deixamos de lado, mas pesou muito para os jogadores e a gente estava em competições de mata-mata, nas quais éramos obrigados a dar mais importância. Fizemos um elenco bom no ano passado, mas não suportamos a carga do Brasileiro. Este ano temos um elenco para suportar o Brasileiro”, analisou o camisa 26, que também exaltou o trabalho da diretoria na contratação de reforços para 2019.

“O trabalho da diretoria sempre foi citado pelos jogadores. Perdemos peças importantes, como o Arrascaeta, mas o trabalho rápido e a inteligência da nossa diretoria de trazer todos os jogadores foi muito importante para o nosso elenco. Hoje você vê Dodô e Egídio revezando até em jogos importantes. Egídio jogou a semifinal e a primeira final. Dodô jogou a Libertadores e a segunda final. Agora, na Venezuela, jogou o Orejuela no lugar do Edilson, o Thiago Neves no lugar do Rodriguinho, o Rafinha no lugar do Robinho. Foi bem pensado, não foram contratações por alto, mas sim bem lapidadas pela diretoria”, finalizou.

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