10 estrangeiros que brilharam em times brasileiros na Copa Libertadores

Veja quais gringos foram marcantes pelos times do Brasil na competição

Matheus Adami
Jornalista, editor do Torcedores.com. Passagens pelos jornais Metro, O Estado de S. Paulo, Jornal da Tarde, Marca Brasil, Agora São Paulo, Diário de S. Paulo e Diário do Grande ABC.

Crédito: PORTO ALEGRE, BRAZIL - JULY 15: Andres Dalessandro of Internacional celebrates their first goal during the match between Internacional v Tigres as part of Copa Bridgestone Libertadores 2015 Semi-Finals, at Estadio Beira-Rio on July, 2015, in Porto Alegre, Brazil. (Photo by Lucas Uebel/Getty Images)

Este texto é um oferecimento Amstel

A Copa Libertadores da América, torneio que tem patrocínio da Amstel, colocou na história o nome de vários atletas. E uma boa parte deles são estrangeiros que se destacaram vestindo camisas de times do Brasil.

Relembre agora dez estrangeiros que brilharam por equipes brasileiras:

Lugano
O zagueiro uruguaio iniciou a carreira pelo Nacional, de seu país. Em 2003, chegou ao São Paulo e se tornou um dos grandes nomes do Tricolor. Pelo time do Morumbi, conquistou a Libertadores de 2005 e virou ídolo. Depois de rodar pelo futebol europeu, retornou ao São Paulo em 2016 e encerrou a carreira no ano seguinte.

Conca
O argentino brilhou no futebol do Rio de janeiro, onde chegou em 2007 para jogar no Vasco. Mas foi no ano seguinte que o futebol de Conca explodiu, no Fluminense, time que defendeu até 2011 e entre 2014 e 2015. No Tricolor carioca, foi um dos destaques da campanha que deu ao time o vice-campeonato da Libertadores em 2008.

Guiñazú
O torcedor do Internaciona conhece muito bem o volante Guiñazú. Raçudo, o argentino era o cão de guarda do meio de campo colorado e foi vital para a conquista da Libertadores de 2010.

D’Alessandro
Se Guiñazu garantia a segurança no meio de campo e na defesa do Internacional, da metade do gramado para a frente quem mandava era outro argentino: Andrés D’Alessandro. Esquentado, o armador virou ídolo em Porto Alegre ao conquistar diversos títulos no lado vermelho, principalmente a Libertadores de 2010.

Kannemann
Desde 2016, a defesa do Grêmio conta com os serviços de Kannemann. O zagueiro argentino formou, ao lado de Pedro Geromel, uma barreira quase que intransponível aos adversários. O maior fruto foi o título da Libertadores em 2017.

De León
Antes de Kannemann, porém, outro estrangeiro desfilou fibra na zaga do Grêmio: Hugo de León. O uruguaio foi o capitão do time que venceu a Libertadores de 1983.

Arce
O paraguaio conseguiu um feito raro no futebol brasileiro: ganhar a Libertadores por dois times diferentes. Francisco Arce foi o lateral-direito titular do Grêmio, em 1995, e do Palmeiras, em 1999. Em ambos, brilhou com a camisa 2.

Rincón
O volante colombiano não foi campeão da Libertadores. Mas o jogador, que se destacou sobretudo com a camisa do Corinthians no fim dos anos 90, foi um dos grandes atletas do clube, que bateu na trave na campanha de 1999.

Seedorf
Um dos jogadores mais conhecidos do mundo entre os anos 90 e 2000, o holandês surpreendeu ao trocar o Milan em 2012, depois de dez anos, pelo Botafogo. Ele atuou no alvinegro carioca até 2014 e ajudou a classificar a equipe para a Libertadores daquele ano.

Pedro Rocha
O meia uruguaio é um dos maiores ídolos da história do São Paulo. Ele foi tricampeão do torneio com a camisa do Peñarol – 1960, 1961 e 1966. No Tricolor, ele foi o artilheiro da competição em 1974, com sete gols.