Novo B.O, proximidade de Mauro Naves, advogado e jogador: saiba tudo sobre o caso Neymar nesta quarta (12)

Confira o resumo diário de tudo que rolou acerca das investigações e novidades sobre o caso

Cido Vieira
Jornalista em formação, e apaixonado por futebol desde criança. No Torcedores.com, trabalho como setorista do Botafogo e futebol nordestino

Crédito: Flickr - CBF - Divulgação

Em sua segunda semana de duração, o caso Neymar vivenciou nesta quarta-feira (12) mais alguns episódios. Como de praxe, o Torcedores.com traz para você os principais destaques do dia.

Caso Neymar: Polícia Civil registra boletim de ocorrência contra Najila Trindade por difamação, diz jornal

A Polícia Civil registrou um boletim de ocorrência contra a modelo Najila Trindade Mendes, que acusa o atacante Neymar de estupro e agressão, por difamação, após ela insinuar que a polícia está “comprada” no caso envolvendo o jogador da seleção brasileira e do PSG em entrevista ao jornalista Roberto Cabrini, do SBT. A informação é do jornal Agora.

Ex-advogado de Najila e Mauro Naves foram sócios em restaurantes que Neymar frequenta, dizem funcionários

Primeiro advogado de Najila Trindade no caso Neymar, o advogado José Edgard Bueno conseguiu o contato do pai do jogador por intermédio pelo repórter Mauro Naves, que acabou sendo afastado da Globo em função da atitude. Contudo, de acordo com funcionários, a relação entre eles não é tão superficial o quanto parece. Isto porque, Naves e José Edgard foram sócios em um restaurante, o Paris 6, que tinha como um dos principais clientes o atacante Neymar Jr. A suposta proximidade entre os três faz com que o argumento usado para o afastamento do repórter seja questionável.

Neymar vai depor nesta quinta e caso está perto de ser concluído, diz site

A “novela” está próxima do fim? De acordo com o UOL Esporte sim. O craque irá depor nesta quinta-feira, às vésperas da Copa América, e é a última parte prevista a ser ouvida pela delegada Juliana Lopes Bussacos, da 6ª Delegacia da Defesa da Mulher, que coordena a investigação.

Com a contribuição de todos os envolvidos, a polícia deve elucidar o caso antes do prazo estipulado de 30 dias.

“Normalmente, casos midiáticos são de rápida elucidação por conta da pressão da opinião pública, da própria imprensa e do clamor público. É de interesse da polícia e da própria sociedade que venha de forma célere”, disse o criminalista e professor de processo penal da PUC Fernando Castelo Branco ao UOL.

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