De Levir a Rodrigo Santana: o drama das ‘bolas paradas’ no Atlético

Apesar da boa campanha nas competições que disputa, o sistema defensivo do Galo sofre em jogadas aéreas, faltas e cobranças de escanteio

Ramon Lopes
Foi editor do semanário BolanoBarbante, apaixonado por esportes, entusiasta das corridas de rua e dos jogos de tênis.

Crédito: Bruno Cantini/CAM/divulgação

O Atlético vive uma boa fase na temporada, contudo, as jogadas de ‘bola parada’ ainda são um problema a ser ajustado na equipe. Inclusive, a deficiência não é de agora e já vem desde a época de Levir Culpi. Na partida da 8ª rodada do Campeonato Brasileiro, os três gols do Santos aconteceram neste tipo de lance.

“Tomar três gols de bola parada é chato, mas faz parte. Temos que recuperar os jogadores, foram duas partidas desgastantes. Se pudéssemos escolher um jogo para ganhar, seria o de quinta. Evidente que jogamos hoje para ganhar, mas o saldo (dos dois jogos) é positivo”, afirmou o técnico do Galo após o duelo na Vila Belmiro.

Na coletiva de imprensa da última terça-feira (11), na Cidade do Galo, o assunto voltou a ficar em foco e, na ocasião, foi comentado por Zé Welison.

“É difícil saber explicar. São jogadas difíceis. Para mim, as bolas paradas são os momentos mais difíceis durante a partida, porque é complicado defender. Treinamos muito essa situação e temos que continuar nessa pegada para diagnosticarmos onde nós estamos errando. Futebol é assim, feito de erros. Se eles não acontecessem não teria gol. Temos que aperfeiçoar nossa defesa nesse tipo de jogada”, analisou o volante atleticano.

Antes da parada para a Copa América, o Galo entra em campo nesta quinta-feira (13), no Independência, pela 9ª rodada do Campeonato Brasileiro, diante do São Paulo. A bola rola no Horto às 20h.

LEIA MAIS:

COPA DO BRASIL: ZÉ WELISON ESPERA SUPERAÇÃO DO ATLÉTICO PARA DRIBLAR O FRACO DESEMPENHO NO MINEIRÃO